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Após queda da Selic, INSS planeja reduzir a taxa de juros dos empréstimos consignados

INSS planeja reduzir a taxa de juros dos empréstimos consignados após queda da Selic. Confira detalhes aqui!

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
celular com logo do INSS, calculadora e cédulas de real

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) planeja reduzir a taxa de juros dos empréstimos consignados após a queda da Selic em 0,5 ponto percentual, anunciada na última quarta-feira (2). As informações são do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi. 

O ministro destaca que a situação deve ser tratada em breve, diante do novo cenário de taxa básica de juros em 13,25%. Continue na leitura para saber mais sobre o assunto.

Planos do INSS

Com o corte na Selic, Carlos Lupi pode planejar aplicar a medida defendida por ele desde o início do atual governo: a redução do teto de juros cobrados nos empréstimos consignados do INSS. 

De acordo com o ministro da Previdência Social, o tema deve ser discutido ‘proximamente’ pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS). No último mês de março, o conselho foi responsável pela redução do teto de juros de 2,14% para 1,7% ao mês. Apesar disso, a taxa retornou a subir para os atuais 1,97%. Na ocasião do aumento, Lupi chegou a afirmar que o limite de juros era ‘possível’.

Saiba mais sobre as últimas atualizações sobre a Previdência Social

Ainda, conforme o ministro Carlos Lupi, a meta que se tem é de diminuição do teto.

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“Fico feliz de, finalmente, ver o Banco Central diminuir os juros e mostrar que deverá dar uma sequência nas diminuições da taxa. Acho que essa questão do consignado continua muito grave […]. Precisamos reduzir essas taxas. Nossa meta é baixar o teto, porque ali é criado um paradigma para outros setores”, destacou o ministro da Previdência Social.

Lupi aproveitou para citar também outro grande problema do setor, a fila do INSS. Segundo ele, o tema vem sendo amplamente abordado pelo governo. A expectativa é de que seja possível tornar o tempo de espera, o previsto na legislação, que é de 45 dias.

Imagem: rafastockbr/ shutterstock.com

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Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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