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Aprovado! Intolerantes religiosos serão PROIBIDOS de trabalhar durante 3 anos; entenda

Saiba detalhes sobre a lei que garante punições administrativas para intolerantes religiosos. Descubra prazos e conheça os autores.

Helena SerpaPor Helena Serpa2 min de leitura
Imagem com fundo azul e um símbolo triangular em amarelo com o sinal de exclamação em preto.

Nova lei foi aprovada na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com penalidades administrativas para quem pratica atos ilícitos motivados por questões religiosas, conhecidos como intolerantes religiosos. A peculiaridade desse projeto de lei é que ele almeja proteger as estruturas físicas e símbolos sagrados de todas as religiões.

Os vereadores derrubaram o veto parcial durante a votação do projeto, permitindo assim a adoção de sanções administrativas para aqueles que causam danos às estruturas ou símbolos religiosos. O presidente da Câmara, o vereador Carlo Caiado (PSD), efetivou a derrubada.

Quais as consequências para os causadores de danos religiosos?

A promulgação do trecho vetado resulta na proibição de contratação pela prefeitura dos infratores desses atos por um período de três anos. Além disso, a lei obriga os infratores a assumirem a responsabilidade pelo prejuízo causado e a efetuarem uma retratação pública.

Os danos religiosos podem caracterizar-se como ações que envolvem a obstrução ou perturbação de cerimônias e práticas de culto, a desonra pública de atos ou objetos sagrados, ou a destruição de templos, igrejas e terreiros.

Assim, parte da punição administrativa inclui a obrigatoriedade dos intolerantes religiosos de participarem de cursos sobre diálogo inter-religioso e tolerância religiosa. O Conselho Municipal da Liberdade Religiosa ministrará esse curso, e aplicará uma multa de R$ 2 mil em caso de reincidência.

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Qual a importância dessa lei para a sociedade?

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De acordo com informações da Agência Brasil, o vereador Átila Nunes (PSD), coautor do projeto, o ataque às instituições religiosas representa uma grave violação. Ele afirmou que a fé para as pessoas é fundamental, sendo algo que fala do íntimo de cada indivíduo.

O vereador ressaltou que quando há um ataque, inclusive físico, a um símbolo religioso, isso significa agredir aquilo que é mais sagrado na vida de cada pessoa, que é a sua fé. Portanto, a aprovação desta lei representa um passo importante para a promoção do respeito ao próximo e da liberdade religiosa em nossa sociedade.

Imagem: GAS-photo / shutterstock.com

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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