O Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) voltou a subir em 2025, após decisão do STF que confirmou a maior parte do decreto presidencial que ampliou as alíquotas. A medida, que repercute diretamente no bolso do cidadão e das empresas, eleva os custos em operações de crédito, câmbio, investimentos e previdência privada.
IOF aumenta e impacta cartão de crédito, empréstimos e investimentos; saiba o que muda
STF reestabelece aumento do IOF, impactando cartão de crédito internacional, empréstimos, câmbio e investimentos. Entenda!
Neste artigo, explicamos as principais mudanças do IOF, detalhando seus impactos e o que esperar nas operações financeiras daqui para frente.
Decisão do STF e o que ela significa

Papel do STF na decisão
O Supremo Tribunal Federal foi chamado a analisar a legalidade do aumento do IOF, questionado por parlamentares e entidades.
Leia mais: Novo aumento do IOF preocupa quem faz remessas internacionais; veja o que fazer
Impacto da decisão para contribuintes
Com a decisão, as novas alíquotas passaram a valer, elevando os custos de operações financeiras para pessoas físicas, jurídicas, investidores e empresas.
Principais mudanças no IOF em 2025
IOF no cartão de crédito internacional
A alíquota passou de 3,38% para 3,5%, o que eleva o custo de compras realizadas no exterior ou em moedas estrangeiras via cartão.
Impacto para consumidores
Consumidores que utilizam o cartão internacional sentirão aumento no valor final das compras e na fatura mensal.
IOF na compra de moeda estrangeira em espécie
A alíquota subiu de 1,1% para 3,5%, encarecendo a compra de dólares, euros e outras moedas em espécie.
Efeito para viajantes e empresas
Turistas e empresas que precisam de moeda estrangeira para viagens ou negócios terão maior custo para realizar a operação.
Remessas internacionais e transferências ao exterior
O IOF para envio de dinheiro ao exterior, por exemplo para pagamento de cursos ou transferências pessoais, também subiu de 1,1% para 3,5%.
Consequências para estudantes e profissionais
Quem envia recursos para o exterior precisará considerar o impacto financeiro maior devido à alíquota ampliada.
Investimentos no exterior
A tributação no IOF para aplicações financeiras internacionais saltou de 0,38% para 1,1%.
Impacto para investidores
Investidores que aplicam em fundos, ações e outros produtos no exterior verão maior custo nas operações.
Crédito para empresas
| Item | Descrição |
|---|---|
| Alíquota diária duplicada | Taxa diária do IOF para empréstimos a empresas subiu de 0,0041% para 0,0082%, com adicional fixo de 0,38%. |
| Crédito para empresas do Simples Nacional | Percentual extra para micro e pequenas empresas passou para 0,95%. |
Previdência privada (VGBL)
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+311 mil seguidores
A nova regra estabelece IOF de cinco por cento sobre aportes anuais que ultrapassem trezentos mil em 2025, aumentando para seiscentos mil em 2026.
Operações de risco sacado (antecipação de recebíveis)

Aumentos no IOF sobre operações de risco sacado, como antecipação de recebíveis, continuam suspensos por ora, mantendo as alíquotas vigentes.
FAQ
Como o aumento afeta as remessas internacionais?
O imposto mais alto encarece o envio de dinheiro ao exterior para pagamento de cursos, consultorias ou outras despesas, exigindo planejamento financeiro maior.
Quando começaram a valer as novas alíquotas do IOF?
As novas alíquotas entraram em vigor em 2025, após o STF confirmar a validade do decreto presidencial que restabeleceu as alterações.
Quais alternativas existem para minimizar o impacto do aumento do IOF?
Buscar modalidades de crédito com juros menores, planejar operações cambiais e diversificar investimentos dentro do país podem ajudar a reduzir custos.
Considerações finais
Além disso, o novo regime tributário para a previdência privada do tipo VGBL sinaliza uma tributação mais rigorosa sobre contribuintes de alta renda, reforçando a necessidade de análise criteriosa sobre aportes financeiros.
Diante desse contexto, é fundamental acompanhar as mudanças na legislação e avaliar alternativas financeiras que possam reduzir os impactos causados pelas novas alíquotas do IOF, garantindo assim uma gestão mais eficiente dos recursos pessoais e empresariais.
