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Banco famoso pode fazer nova onda de demissões

Banco pode estar perto de realizar novas demissões. Caso se concretize, essa será a terceira rodada de cortes em menos de um ano. Confira!

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
dedo apontando direção que bonecos em miniatura representando funcionários demitidos estão seguindo

De acordo com publicação feita pelo Wall Street Journal nesta terça-feira (30), o famoso banco Goldman Sachs deve realizar uma nova onda de demissões. As informações divulgadas pelo jornal citam fontes ligadas ao assunto.

Caso a nova rodada de demissões se concretize, será o terceiro corte em massa da instituição financeira em menos de um ano. Siga na leitura para saber mais sobre a situação do banco.

Banco Goldman Sachs deve realizar novas demissões em breve

Segundo informações do jornal, o novo corte afetará menos de 250 funcionários. Número é equivalente a menos de 1% do quadro total de colaboradores do banco. Até o fim de março, o Goldman Sachs contava com 45.400 empregados.

Recentemente, a instituição realizou outras duas ondas de demissões. Conforme as fontes, os novos cortes de funcionários devem acontecer ao longo das próximas semanas, como consequência direta da falta de negociações em Wall Street. 

O banco passou por um trimestre difícil. Com base nos números, a companhia recebeu US$ 1,58 bilhão em taxas, valor 26% menor que o mesmo período de 2022. A reportagem do Wall Street Journal destaca, ainda, que ao longo do último ano, quase todos os setores do Goldman Sachs vem realizando cortes em suas despesas. 

Até o momento em que a presente matéria foi escrita, a instituição financeira não havia se manifestado sobre o assunto. 

Crise se estende ao setor bancário dos Estados Unidos

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Apesar de representar a terceira onda de demissões em um ano, a medida não surpreende, tendo em vista o atual momento do setor, em que instituições financeiras adotam diferentes estratégias para sobreviver à crise do sistema bancário.

Companhias de investimento estão precisando lidar com o cenário de desaceleração das transações corporativas. Além disso, o aumento dos juros também se apresenta como prejudicial às fusões e aquisições.

Imagem: miniartkur / shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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