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Justiça toma importante decisão envolvendo o Banco do Brasil; confira 

Justiça decidiu derrubar a decisão que afastou João Luiz Fukunaga do cargo de presidente da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil. Veja!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Fachada de uma agência do Banco do Brasil, ao anoitecer.

Na última segunda-feira (29), o desembargador Rafael Paulo Soares Pinto, da 11ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, decidiu derrubar a decisão que afastou João Luiz Fukunaga do cargo de presidente da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil.

Com base no entendimento do desembargador, a medida não poderia ter sido decidida pela Justiça. O afastamento aconteceu na sexta-feira (26), sob a justificativa de que Fukunaga não possuía os critérios necessários para atuar na função. Saiba mais!

Nomeação para a Previ é questionada

A ação de afastamento foi protocolada pelo deputado estadual Leonardo Siqueira (Novo), e a decisão foi do TRF do Distrito Federal.

De acordo com o desembargador Soares Pinto, o mérito administrativo cabe à administração pública e deve ser preservado. Além disso, é preciso comprovar que a nomeação de Fukunaga foi equivocada.

Em março deste ano, a Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) já havia questionado a nomeação de João Luiz Fukunaga ao cargo de presidente da Previ. Isso porque os critérios utilizados para a indicação não foram considerados claros.

As regras do setor determinam a necessidade de experiências e requisitos administrativos para ocupar a presidência do fundo. Segundo informações do BB, a Previ é o maior fundo de pensão da América Latina, com mais de R$ 240 bilhões sob gestão.

Trajetória do funcionário do Banco do Brasil

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João Luiz Fukunaga iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 2008, como escriturário. Em 2012, passou a integrar a diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, onde comandou duas secretarias. 

De acordo com o juiz responsável pela ação que afastou João do cargo de presidência, Fukunaga não cumpria com os três anos de experiência administrativa, contábil e na área de finanças, o que é exigido para se tornar um presidente da Previ.

Imagem: rafapress / Shutterstock.com

Rafaela Medolago

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Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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