Na madrugada da última terça-feira (16), uma quadrilha invadiu a loja Havan do município de Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba. Os bandidos assaltaram televisores e equipamentos de som, marcando a quarta vez que a unidade sofre ação criminosa. As câmeras do estabelecimento filmaram toda a movimentação.
Bandidos invadem loja Havan pela 4ª vez e deixam rastro de prejuízo
Rede varejista Havan está inconformada com os recentes casos de furto à unidade. Confira o que aconteceu e as ações da empresa!
As imagens da rede de segurança revelam que os suspeitos chegam nos arredores da Havan com um veículo preto. Em seguida, quebram a vitrine e acessam o interior da loja. As câmeras indicam que foram três homens que levaram os eletrônicos. Como estavam com o rosto coberto, os autores do ataque ainda são desconhecidos.
Episódio recorrente
Segundo a assessoria de imprensa da varejista, a central de monitoramento da loja acionou a Polícia Militar após o disparo do alarme. No entanto, quando os oficiais chegaram, os criminosos já tinham partido.
O incidente, porém, não se trata de um caso isolado. Outras lojas da Havan já registraram atividades criminosas similares. Por exemplo, nas unidades de Barigui, em Curitiba, e de São José dos Pinhais, os bandidos agiram da mesma forma.
Crime permanece impune:
Eliabe Dias dos Santos, coordenador de Segurança da rede varejista, informou que a PM foi acionada assim que o episódio aconteceu. Contudo, nenhum dos envolvidos foi identificado. De acordo com ele, uma central 24 horas monitora todas as unidades da Havan. Portanto, no momento que nota-se alguma movimentação suspeita, ela aciona imediatamente as autoridades locais.
“Quando uma situação dessa ocorre, agimos imediatamente, acionamos os órgãos de segurança, em seguida, registramos o boletim de ocorrência e repassamos as imagens para investigação. Mas, infelizmente, até o momento não tivemos nenhuma resposta desses crimes”, reitera Eliabe.
Havan inconformada:
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A empresa, propriedade de Luciano Hang, encaminhou à Secretaria de Segurança Pública do Paraná, um documento registrando todo o histórico de roubo em suas lojas. A varejista cobra providências da polícia. De acordo com a Havan, o policiamento precisa agir de forma mais rápida.
Além dos dispositivos de segurança e monitoramento 24 horas, a companhia adotou novas medidas, a fim de se blindar de episódios como esses. Pela frequência dos furtos, a Havan irá reforçar suas filiais em Curitiba e região metropolitana.
Imagem: Jair Ferreira Belafacce / Shutterstock.com
