A Binance é a maior corretora de criptomoedas do mundo e está no centro de várias polêmicas. Isso porque diversos países estão processando a empresa por quebrar as regras do mercado e cometer outras ilegalidades, como os Estados Unidos.
Binance vai quebrar ainda este ano? Veja o que dizem os investidores
Algumas pessoas acreditam que a Binance está com os dias contados. Clique para entender o porquê dessa opinião.
Recentemente, dois órgãos reguladores do sistema financeiro americano entraram com ações judiciais e administrativas contra a corretora de Changping “CZ” Zhao. Com isso, os números da empresa estão caindo e alguns já apontam uma possível quebra até o final do ano.
O site Polymarket abriu uma aposta sobre o futuro da Binance até o fim do ano. Nela, os investidores podem escolher entre duas opções: YES (a corretora vai falir até o final do ano) e NO (os negócios continuam normalmente).
Binance vira motivo de aposta
De acordo com as regras da aposta, o site vai considerar duas situações possíveis para determinar a vitória do YES. São elas:
- A Binance decretar insolvência ou qualquer tipo de falência até 23h59 do dia 31 de dezembro de 2023;
- Se até o dia 31 de dezembro a corretora suspender o saque de Bitcoin e Ethereum para a maioria dos clientes por 7 dias em sequência.
Caso nenhuma dessas situações aconteça até a data limite, o site vai considerar a vitória da opção NO.
Qualquer pessoa pode apostar, sendo que o valor é de US$ 0,11 para a opção YES e US$ 0,90 para NO. Em ambos os casos, o prêmio será de US$ 1 por palpite. Assim, quem apostar na quebra da Binance pode ganhar mais dinheiro.
Por que as pessoas acreditam na falência da corretora?
Existem alguns motivos que levam os investidores a acreditar em uma possível falência da Binance ainda este ano. Além das ações dos órgãos reguladores americanos, a diminuição da sua participação no mercado também chama atenção.
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+311 mil seguidores
Com a quebra da FTX, a corretora de CZ chegou a dominar 90% do mercado de operações com criptomoedas. Entretanto, hoje, esse valor gira entre 50% e 48%. Outro detalhe foi a possível demissão de mais de 1000 funcionários na semana passada e o corte de benefícios para os que ficaram.
Veja também o nosso vídeo com os detalhes dessa polêmica:
Imagem: Iryna Budanova / shutterstock.com
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