É possível se inscrever no CadÚnico (Cadastro Único) e solicitar um bônus de R$ 1 mil. Entretanto, usuários precisam ser rápidos se quiserem garantir o próximo depósito. Lembrando que esse valor é liberado para quem for usuário do Bolsa Família. Portanto, aplicam-se as mesma regras de elegibilidade do programa do governo para as famílias em situação de vulnerabilidade.
Bônus de R$ 1 mil disponível para titulares do CadÚnico: inscrições agora estão abertas
Veja quem pode se inscrever no CadÚnico e confira quais os requisitos para ter acesso ao bônus de R$ 1 mil!
Além de garantir um valor mensal substancial, a introdução do bônus é um esforço do governo federal de investir no bem-estar e no futuro das crianças. Ele é resultado do acúmulo de três benefícios do Bolsa Família: a parcela mensal de R$ 600; o R$ 150 a cada criança de até 6 anos; e os R$ 50 extras para jovens entre 7 e 18 anos, bem como gestantes.
Como posso fazer parte do CadÚnico?
Para fazer parte do Cadúnico existe uma regra de que a renda de cada usuário da família não pode ultrapassar meio salário mínimo (R$ 660).
Dessa forma, se estiver de acordo com essa regra um representante da família deve procurar o CRAS (Centro de Referência em Assistência Social), na região onde a pessoa mora e apresentar um documento de identificação. Assim, um especialista irá auxiliar o representante da família no processo.
Como receber o bônus de R$ 1 mil?
Para receber R$ 1 mil, o usuário do CadÚnico precisa pegar toda a renda da família e dividir pelo número de pessoas. Dessa maneira, ela não pode ultrapassar os R$ 218 por pessoa. Se igual ou menor a esse valor, o usuário poderá requisitar o bônus.
Entretanto, a família deve cumprir com algumas regras na área de educação e saúde. Uma delas é a necessidade de um acompanhamento pré-natal adequado. Além disso, é essencial que se observe o calendário nacional de vacinação, assegurando a imunização adequada das crianças.
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Acompanhamento do estado nutricional das crianças menores de 7 anos também é exigido pelo Programa. Existe, ainda, uma obrigatoriedade de frequência escolar mínima: para as crianças entre 4 e 5 anos, ela deve ser de, pelo menos, 60%; já para as que têm entre 6 e 18 anos e ainda não concluíram a educação básica, a frequência exigida é de 75%.
A família deve manter sempre atualizado o CadÚnico. Essa atualização, que deve ocorrer pelo menos a cada 24 meses, é essencial para o monitoramento e gestão do programa.
Imagem: Sidney de Almeida / shutterstock.com
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