Assim como outras instituições bancárias, o Bradesco está investindo em ações para entrar de vez no mercado de criptomoedas. Para conseguir impulsionar esse projeto, o banco fechou uma parceria com a Universidade de São Paulo (USP) para estudar o mercado de blockchain.
Bradesco firma importante parceria para explorar mercado de criptomoedas
O banco Bradesco firmou uma parceria com uma entidade de renome para entrar no mercado cripto; veja qual é.
A ideia é que com a parceria o Bradesco dê início a pesquisas relacionadas à inteligência artificial, deixando claro que tem a intenção de criar aplicações financeiras com tecnologias novas.
Posicionamento da USP
Durante a cerimônia que oficializou a parceria entre os dois, o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti, afirmou que durante a sua gestão tem o interesse em ampliar as atividades relacionadas à inovação.
O reitor da Universidade ainda destacou que há também o interesse em desenvolver novas políticas públicas junto ao banco, destacando que essa união com o Bradesco é uma das inúmeras que eles pretendem trazer para dentro da USP.
Vale destacar que essa não é a primeira parceria entre as duas instituições. Ao longo da pandemia do novo coronavírus, o Bradesco apoiou uma pesquisa da universidade para desenvolver um ventilador pulmonar emergencial de baixo valor, visando aliviar o sistema público de saúde que quase colapsou com a alta demanda de pacientes.
Interesse em criptoativos
Embora a união com uma das maiores universidades do país tenha sido definitivamente firmada agora, o interesse do banco em adentrar ao universo das criptomoedas já é antigo.
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Em janeiro deste ano, o Bradesco havia anunciado para o mercado a entrada neste meio, destacando que não descartavam a possibilidade de dar início a uma corretora de criptoativos própria, assim como outras instituições já o fizeram.
O Itaú, por exemplo, anunciou em novembro do ano passado que começaria a oferecer custódia para Bitcoin (BTC), criptomoedas e tokens. Além disso, a própria Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está envolvida no desenvolvimento do real digital em conjunto com outras instituições, demonstrando que o universo de criptoativos interessa as entidades bancárias.
Imagem: SERGIO V S RANGEL / shutterstock.com
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