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Bradesco anuncia leilão de 41 imóveis com oportunidades a partir de R$ 25 mil

Avatar de Jéssica Cassana Jéssica Cassana · · 12 min de leitura
BRADESCO LEILAO

O Bradesco realiza uma sequência de leilões de imóveis ao longo de outubro de 2026, com oportunidades distribuídas por diferentes estados brasileiros e lances que começam em R$ 25 mil.

O catálogo reúne casas, apartamentos, terrenos, áreas rurais e imóveis comerciais. Os eventos são promovidos de forma online pela Mega Leilões e incluem tanto vendas extrajudiciais convencionais quanto imóveis oferecidos em segunda praça de alienação fiduciária.

As condições variam bastante de um evento para outro. Enquanto determinados imóveis admitem parcelamento e desconto para pagamento à vista, outros precisam ser quitados integralmente após a arrematação.

Por isso, quem pretende participar precisa analisar individualmente o edital e as condições de cada lote antes de fazer qualquer lance.

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Bradesco tem leilões de imóveis ao longo de outubro

Bradesco
Imagem: Edição/ Seu Crédito Digital

A programação anunciada para outubro inclui eventos nos dias 2, 8, 9 e 16.

O primeiro deles já foi realizado na sexta-feira, 2 de outubro. Os demais ainda aparecem na programação deste mês, incluindo o leilão convencional de 8 de outubro e as segundas praças previstas para os dias 9 e 16.

Os imóveis estão localizados em estados de diferentes regiões do país, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Bahia e Pará.

Os valores também apresentam grande diferença, permitindo encontrar desde terrenos de menor valor até casas e apartamentos avaliados em mais de R$ 2 milhões.

Leilão de 8 de outubro tem imóveis a partir de R$ 25 mil

Um dos principais eventos ocorre na quinta-feira, 8 de outubro.

O leilão convencional reúne 20 lotes, com imóveis residenciais, terrenos e outras propriedades disponíveis em diferentes estados.

O menor lance inicial é de R$ 25 mil para um terreno de 377 metros quadrados localizado em Cassilândia, Mato Grosso do Sul.

No mesmo município, outro terreno de 750 metros quadrados aparece com lance inicial de R$ 51 mil.

Entre as opções de menor valor também está uma casa de 49 metros quadrados em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, oferecida a partir de R$ 82 mil.

Há ainda um apartamento de 140 metros quadrados no bairro Vaz Lobo, no Rio de Janeiro, com valor inicial de R$ 96 mil.

Casas chegam a mais de R$ 1 milhão

Na faixa mais alta do leilão, uma casa localizada em Maricá, no Rio de Janeiro, aparece com lance inicial de pouco mais de R$ 1 milhão.

O imóvel possui cerca de 201 metros quadrados de área construída.

Outra opção de destaque está em Limeira, no interior de São Paulo. A casa possui aproximadamente 182 metros quadrados e tem lance inicial de R$ 970 mil.

Também existem propriedades intermediárias, como uma casa de 291 metros quadrados em Petrolina, Pernambuco, com lance inicial de R$ 405 mil.

Em Rondonópolis, Mato Grosso, uma residência de aproximadamente 161 metros quadrados começa em R$ 280 mil.

Leilão de 9 de outubro tem imóveis em segunda praça

Na sexta-feira, 9 de outubro, ocorre a segunda praça de outro conjunto de imóveis vinculados à alienação fiduciária.

Nessa modalidade, os bens que não forem arrematados na primeira praça podem voltar à disputa por valores menores, seguindo as condições previstas na Lei de Alienação Fiduciária e no edital.

Entre as propriedades aparece um apartamento de 154 metros quadrados em Cuiabá, Mato Grosso.

O lance previsto para a segunda praça é de aproximadamente R$ 553 mil.

Também há um apartamento de 104 metros quadrados em Goiânia, com lance de segunda praça em torno de R$ 502 mil.

Em Trindade, também em Goiás, uma casa de aproximadamente 96 metros quadrados aparece com valor próximo de R$ 244 mil.

Imóvel em Belo Horizonte supera R$ 2 milhões

O imóvel mais caro dessa relação está em Belo Horizonte.

Trata-se de uma casa de aproximadamente 246 metros quadrados, com valor de segunda praça de cerca de R$ 2,25 milhões.

O catálogo também reúne imóveis em Mato Grosso do Sul, Maranhão e São Paulo, com descontos diferentes em relação aos valores estabelecidos para a primeira praça.

Como a situação dos lotes pode mudar até o encerramento do evento, o interessado precisa conferir se o imóvel continua habilitado para receber lances.

Leilão de 16 de outubro oferece imóveis com descontos na segunda praça

Outro evento está marcado para sexta-feira, 16 de outubro.

São oito imóveis atualmente relacionados na plataforma da Mega Leilões, com propriedades em estados como Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Um dos destaques é um prédio comercial de 165 metros quadrados em Rondon do Pará, no Pará.

O imóvel aparece com valor de primeira praça superior a R$ 785 mil, enquanto a segunda praça prevê lance a partir de aproximadamente R$ 310 mil.

Em Curitiba, um apartamento de 73 metros quadrados tem valor de primeira praça superior a R$ 757 mil e pode chegar à segunda etapa com lance mínimo de aproximadamente R$ 281 mil.

Outro apartamento está localizado em Ipojuca, Pernambuco. Com cerca de 25 metros quadrados, a propriedade tem valor de segunda praça em torno de R$ 442 mil.

Também há apartamento no Jardim Ampliação, em São Paulo, com aproximadamente 97 metros quadrados e valor de segunda praça próximo de R$ 286 mil.

O que significa segunda praça em leilão de imóvel?

A segunda praça é uma etapa prevista nos procedimentos de alienação fiduciária.

Quando um imóvel não é arrematado na primeira oportunidade, pode ser oferecido novamente em uma nova data, muitas vezes com lance mínimo inferior ao valor exigido inicialmente.

Isso explica os percentuais de desconto divulgados em determinados lotes.

No entanto, um desconto elevado não significa automaticamente que a compra seja vantajosa.

O comprador precisa avaliar o estado de conservação, eventual ocupação do imóvel, dívidas relacionadas à propriedade, localização, documentação e custos necessários para regularização ou retomada da posse.

Leilão do dia 2 de outubro já foi realizado

O primeiro evento da programação aconteceu em 2 de outubro.

Foram apresentados quatro imóveis localizados no Paraná e em São Paulo.

Entre eles estava uma casa na Vila Ré, na capital paulista, com lance mínimo de segunda praça de aproximadamente R$ 381 mil.

Outra oportunidade era uma casa em Sertãozinho, no interior de São Paulo, oferecida por R$ 177 mil.

Também constava uma casa de aproximadamente 46 metros quadrados em Curitiba, com valor de segunda praça de R$ 298,2 mil.

Como o evento já terminou, essas propriedades não devem ser tratadas como imóveis ainda disponíveis no calendário futuro de outubro.

Como participar dos leilões do Bradesco

Os eventos são realizados pela internet.

O interessado precisa criar uma conta na plataforma responsável pelo leilão, enviar os dados solicitados e solicitar habilitação para participar.

Não basta apenas abrir a página do imóvel no horário marcado. A aprovação do cadastro pode ser necessária antes de o usuário ter autorização para fazer lances.

Também é recomendável não deixar o processo para os últimos minutos.

Documentos pendentes, problemas no cadastro ou demora na habilitação podem impedir a participação.

Leia o edital antes de dar qualquer lance

O edital é o documento mais importante em qualquer leilão imobiliário.

É nele que aparecem as condições que efetivamente valem para a compra.

O documento pode informar, entre outros pontos:

  • valor mínimo do lance;
  • situação de ocupação;
  • débitos existentes;
  • responsabilidade por IPTU e condomínio;
  • comissão do leiloeiro;
  • condições de pagamento;
  • prazo para quitação;
  • regras para escritura;
  • despesas de transferência;
  • responsabilidade pela desocupação.

Não é recomendável considerar apenas o preço exibido no anúncio.

Um imóvel anunciado por R$ 100 mil, por exemplo, pode exigir despesas adicionais com comissão, impostos, documentação, reforma ou eventual processo de desocupação.

Imóvel ocupado exige atenção extra

Outro ponto decisivo é verificar se a propriedade está ocupada.

Quando o imóvel está desocupado, o comprador tende a ter um processo mais simples para assumir a posse após a conclusão dos procedimentos necessários.

Nos imóveis ocupados, pode ser necessário negociar a saída do morador ou adotar medidas judiciais.

Esses custos normalmente precisam ser considerados no planejamento financeiro.

Por isso, dois imóveis com preços semelhantes podem representar riscos e despesas muito diferentes.

Vale a pena visitar o imóvel antes do leilão?

Quando houver possibilidade, conhecer a região é recomendável.

Nem sempre é possível visitar internamente uma propriedade colocada em leilão, especialmente se ela estiver ocupada.

Mesmo assim, o interessado pode pesquisar o bairro, valores praticados na região, facilidade de acesso, comércio, segurança, transporte e características do entorno.

Também é importante comparar o lance mínimo com imóveis semelhantes anunciados no mercado tradicional.

Essa comparação ajuda a entender se o desconto apresentado realmente compensa os riscos e custos adicionais do leilão.

Como funcionam as formas de pagamento

As condições mudam conforme o evento.

No leilão convencional, podem existir alternativas de pagamento à vista ou parcelado, seguindo as regras previstas no edital de cada imóvel.

A programação divulgada prevê desconto para determinadas compras pagas integralmente e opções de parcelamento com entrada inicial.

Imóveis dentro de determinadas faixas de preço também podem possuir prazos e taxas diferentes.

Já nos eventos relacionados à alienação fiduciária, a regra pode exigir pagamento integral à vista.

Por isso, o comprador nunca deve presumir que poderá financiar ou parcelar o valor.

A condição válida é sempre aquela especificada no edital do lote.

Leilão não funciona como financiamento imobiliário comum

Uma confusão frequente é imaginar que, depois de vencer o lance, será possível procurar um banco e financiar normalmente a compra.

Nem sempre isso é permitido.

Dependendo das regras do evento, o arrematante terá um prazo curto para realizar o pagamento.

Se o dinheiro não estiver disponível, ele poderá enfrentar penalidades previstas no edital e perder o negócio.

Por isso, o planejamento financeiro precisa ser feito antes do lance, não depois.

Quais custos devem ser calculados antes da compra?

Imóveis
Imagem: Edição/ Seu Crédito Digital

O lance vencedor não representa necessariamente o custo final da aquisição.

Entre as despesas que podem aparecer estão a comissão do leiloeiro, ITBI, taxas cartorárias, registro do imóvel e despesas relacionadas à regularização.

Também podem existir gastos com reforma, condomínio, IPTU e desocupação, conforme a situação descrita no edital.

O interessado deve montar uma estimativa completa antes de estabelecer o valor máximo que pretende oferecer.

Se o orçamento máximo for de R$ 300 mil, por exemplo, isso não significa que seja seguro fazer um lance de R$ 300 mil.

É necessário reservar recursos para os custos posteriores.

Cuidados para não cair em golpe de falso leilão

Leilões de imóveis também são usados como isca por criminosos.

Sites falsos podem copiar nomes, fotografias e informações de empresas conhecidas para tentar receber depósitos de vítimas.

Antes de pagar qualquer valor, confira se o endereço eletrônico utilizado corresponde à plataforma oficial responsável pelo evento e se o leiloeiro indicado no edital é legítimo.

Desconfie especialmente de pedidos para transferir dinheiro para contas de terceiros sem relação clara com o leilão.

Também não é aconselhável fechar negócio por mensagens enviadas por desconhecidos fora dos canais oficiais.

O lance mais baixo nem sempre representa o melhor negócio

O valor inicial de R$ 25 mil chama atenção, mas preço baixo não deve ser o único critério.

Um terreno barato em outra cidade pode ser menos interessante para determinado comprador do que um apartamento mais caro em uma região com maior potencial de uso ou revenda.

O mesmo vale para imóveis ocupados, propriedades que exigem grandes reformas ou terrenos com limitações específicas.

O leilão pode oferecer boas oportunidades, mas exige uma análise mais detalhada do que uma compra imobiliária convencional.

O que analisar antes de participar

Antes da habilitação, o interessado deve responder algumas perguntas básicas.

O imóvel está ocupado? Existem débitos? Qual é a comissão do leiloeiro? Quem paga impostos atrasados? Há possibilidade de parcelamento? Qual é o prazo de pagamento? Quanto custará registrar o imóvel?

Também é importante verificar a matrícula atualizada sempre que possível.

Esse documento ajuda a identificar proprietários, gravames e outras informações relevantes sobre a situação jurídica da propriedade.

Para compras de maior valor ou situações mais complexas, pode ser prudente buscar apoio de advogado especializado em Direito Imobiliário.

Bradesco mantém oportunidades para diferentes perfis

A programação de outubro reúne imóveis com características e faixas de preço bastante distintas.

Há terrenos por dezenas de milhares de reais, casas abaixo de R$ 200 mil, apartamentos de valores intermediários e propriedades que ultrapassam R$ 2 milhões.

Essa variedade pode atrair tanto consumidores em busca de um imóvel quanto investidores interessados em compra para reforma, locação ou futura revenda.

Ainda assim, um leilão não deve ser encarado como compra garantida abaixo do preço de mercado.

A disputa entre participantes pode elevar significativamente o valor final.

Além disso, custos adicionais podem reduzir a diferença entre o preço do leilão e o valor praticado em uma venda convencional.

Por isso, a regra mais importante é definir antecipadamente um limite de lance e não ultrapassá-lo durante a disputa.

Em outubro de 2026, os próximos eventos ligados ao Bradesco oferecem oportunidades em várias regiões do Brasil, com destaque para o leilão convencional de 8 de outubro e as segundas praças programadas para os dias 9 e 16. Para quem pretende participar, estudar o edital e conhecer todos os custos continua sendo tão importante quanto encontrar um lance inicial atraente.

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