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Bradesco lidera ranking de reclamações dos bancos no 2º trimestre de 2026

O Bradesco apareceu na primeira posição do Ranking de Reclamações do Banco Central referente ao segundo trimestre de 2026. Entre abril e junho, foram registrada

Bruna MachadoPor Bruna Machado14 min de leitura
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O Bradesco apareceu na primeira posição do Ranking de Reclamações do Banco Central referente ao segundo trimestre de 2026. Entre abril e junho, foram registradas 9.375 reclamações consideradas procedentes contra a instituição, o equivalente a 84,9 ocorrências para cada grupo de 1 milhão de clientes.

O resultado chama atenção porque o levantamento não mostra simplesmente qual banco recebeu mais queixas. O Banco Central utiliza um índice proporcional, relacionando o número de reclamações confirmadas ao tamanho da base de clientes de cada instituição.

Na prática, isso permite comparar bancos grandes e menores de maneira mais equilibrada. Um banco com milhões de correntistas pode ter um número bruto elevado de registros, mas não necessariamente ocupar o topo se a proporção de casos procedentes for menor.

O C6 Bank ficou em segundo lugar, enquanto o Itaú apareceu na terceira posição. As principais reclamações do período envolveram problemas de integridade e segurança em cartões de crédito, crédito consignado e dificuldades no atendimento ao cliente.

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O que o ranking do Banco Central mostrou?

Bradesco
Imagem: Edição/ Seu Crédito Digital

O levantamento do segundo trimestre de 2026 colocou o Bradesco no topo entre as grandes instituições financeiras acompanhadas pelo Banco Central.

O banco apresentou os seguintes números:

  • 9.375 reclamações procedentes;
  • índice de 84,9 reclamações para cada 1 milhão de clientes;
  • base aproximada de 110,4 milhões de clientes.

No trimestre anterior, o Bradesco havia ocupado a segunda colocação. O avanço para o primeiro lugar indica uma piora relativa no indicador usado pelo Banco Central, embora o ranking, sozinho, não explique se os problemas foram concentrados em determinado produto, canal ou grupo de clientes.

Quais bancos aparecem nas primeiras posições?

Depois do Bradesco, o C6 Bank ocupou a segunda colocação, com índice de 59,77 reclamações procedentes por milhão de clientes.

Foram 2.103 registros confirmados em uma base de aproximadamente 35,1 milhões de clientes.

O Itaú ficou em terceiro lugar, com índice de 46,87 reclamações por milhão de clientes. A instituição registrou 4.596 casos procedentes e possuía pouco mais de 98 milhões de clientes no período.

Entre as demais instituições mencionadas no ranking estão BTG Pactual/Banco Pan, Mercado Pago, PicPay, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

O Banco do Brasil apareceu na oitava colocação, enquanto a Caixa ficou na 11ª posição, segundo a divulgação do levantamento.

Ranking considera proporção, e não apenas total de reclamações

Um dos pontos mais importantes para interpretar a lista é entender que o banco com mais reclamações em números absolutos nem sempre será o primeiro colocado.

O Banco Central calcula um índice que considera:

  • quantidade de reclamações procedentes;
  • número de clientes da instituição;
  • período analisado.

Isso evita que bancos maiores sejam automaticamente colocados no topo apenas porque atendem mais pessoas.

Exemplo prático

Imagine dois bancos hipotéticos:

  • Banco A: 5 mil reclamações e 100 milhões de clientes;
  • Banco B: 2 mil reclamações e 10 milhões de clientes.

Apesar de o Banco A ter mais reclamações no total, o Banco B apresenta uma proporção muito maior em relação à sua base de clientes.

É essa lógica que torna o índice proporcional mais útil para comparação.

No caso do segundo trimestre de 2026, o Bradesco liderou tanto com um volume elevado de casos procedentes quanto com o maior índice proporcional entre as instituições analisadas.

O que é uma reclamação procedente?

Nem toda queixa registrada contra um banco entra no cálculo do ranking como procedente.

Depois de receber a reclamação, o Banco Central avalia as informações apresentadas e verifica se há indícios de descumprimento das normas que regem o Sistema Financeiro Nacional.

Quando esse indício é identificado, o registro é classificado como procedente.

Em linguagem simples, isso significa que a reclamação apresentou elementos que apontam para uma possível falha do banco em relação às regras supervisionadas pelo Banco Central.

Isso não quer dizer, necessariamente, que houve uma condenação judicial ou que o cliente receberá indenização.

O ranking é uma ferramenta de supervisão e transparência, não uma decisão judicial sobre cada conflito.

Quais foram as principais reclamações contra os bancos?

As queixas mais recorrentes no segundo trimestre estiveram ligadas a três grandes grupos de problemas:

  • integridade, segurança e sigilo em operações com cartão de crédito;
  • serviços relacionados a crédito consignado;
  • atendimento prestado pelo SAC e pelas centrais dos bancos.

Os registros envolvendo cartões ficaram no topo, seguidos pelas reclamações sobre consignado e dificuldades no atendimento.

Problemas com cartão de crédito lideram as queixas

A categoria relacionada aos cartões é ampla e pode envolver diferentes situações.

Entre os problemas que normalmente levam consumidores a reclamar estão:

  • compras não reconhecidas;
  • cobrança duplicada;
  • cartão bloqueado sem explicação;
  • dificuldade para cancelar uma compra;
  • falhas na contestação;
  • cobrança de serviços não contratados;
  • demora na solução de fraudes;
  • problemas com limite ou fatura.

Quando uma compra desconhecida aparece na fatura, o consumidor precisa agir rapidamente. O ideal é bloquear o cartão, comunicar a instituição, registrar a contestação e guardar todos os protocolos.

Também é importante acompanhar as faturas seguintes para verificar se o valor foi retirado ou se voltou a ser cobrado.

Crédito consignado segue como fonte de conflitos

O crédito consignado é um empréstimo cuja parcela é descontada diretamente do salário, da aposentadoria ou de outro benefício autorizado.

Como o pagamento é descontado automaticamente, a modalidade costuma ter juros menores do que outras formas de crédito. Ao mesmo tempo, qualquer contratação irregular pode comprometer a renda mensal do consumidor por um período prolongado.

Entre os problemas frequentes estão:

  • empréstimo não reconhecido;
  • contratação feita sem informação adequada;
  • cartão consignado apresentado como empréstimo comum;
  • desconto que continua após a quitação;
  • dificuldade para cancelar a operação;
  • portabilidade não concluída;
  • cobrança de seguro ou serviço adicional.

Aposentados e pensionistas devem acompanhar o extrato de pagamento do benefício para identificar rapidamente descontos que não reconheçam.

Atendimento bancário também aparece entre os principais problemas

Muitos conflitos se agravam quando o cliente não consegue falar com o banco ou recebe respostas diferentes em cada canal.

As reclamações sobre SAC e centrais podem envolver:

  • demora excessiva;
  • encerramento da ligação;
  • dificuldade para falar com um atendente;
  • falta de protocolo;
  • respostas automáticas que não resolvem o caso;
  • encaminhamento repetido entre setores;
  • descumprimento de prazo informado.

Um atendimento ruim pode transformar um erro simples em um problema financeiro mais grave.

Por exemplo, uma compra indevida poderia ser resolvida rapidamente. Mas, se o cliente não consegue bloquear o cartão ou contestar a cobrança, o valor pode chegar à fatura, gerar juros ou comprometer o limite.

O Bradesco é o pior banco do Brasil?

O ranking não permite afirmar isso de forma isolada.

A lista mostra quais instituições apresentaram os maiores índices de reclamações procedentes naquele trimestre, de acordo com os critérios do Banco Central.

Ela não mede todos os aspectos da qualidade de um banco, como:

  • variedade de produtos;
  • qualidade do aplicativo;
  • número de agências;
  • taxas cobradas;
  • satisfação geral dos clientes;
  • velocidade de atendimento;
  • condições de crédito;
  • experiência em canais digitais.

Também é possível que uma instituição apresente desempenho ruim em um trimestre e melhore no período seguinte.

Por isso, a liderança do Bradesco deve ser entendida como um sinal de alerta sobre a quantidade proporcional de problemas confirmados, e não como uma avaliação definitiva de todos os serviços da instituição.

O ranking mostra que 9.375 clientes foram prejudicados?

Ele mostra que houve 9.375 reclamações classificadas como procedentes no período.

Uma mesma pessoa pode, em determinadas situações, registrar mais de uma reclamação. Além disso, o número não representa todos os clientes que tiveram problemas, pois muitos consumidores não registram queixa nos canais oficiais do Banco Central.

Portanto, os dados servem como indicador de falhas e insatisfação, mas não medem a totalidade dos problemas existentes.

Para que serve o ranking do Banco Central?

O ranking possui três funções principais.

Ajudar o consumidor a comparar instituições

O cliente pode consultar o histórico antes de abrir uma conta, contratar um cartão ou escolher um banco para receber salário.

Nenhum ranking deve ser usado sozinho, mas ele acrescenta uma informação relevante sobre a relação da instituição com os consumidores.

Apoiar a fiscalização do sistema financeiro

As reclamações ajudam o Banco Central a identificar falhas que se repetem em diferentes bancos ou produtos.

Quando o órgão percebe um crescimento de queixas sobre consignado, segurança digital ou cartões, pode aperfeiçoar regras e reforçar a supervisão.

Incentivar melhorias nos bancos

Uma instituição que aparece entre as primeiras colocações enfrenta risco de desgaste de imagem.

Isso cria pressão para revisar processos, melhorar os sistemas de segurança, treinar atendentes e responder mais rapidamente aos clientes.

O próprio Banco Central apresenta o ranking como uma ferramenta de comparação e de aperfeiçoamento da regulação, da supervisão e da educação financeira.

Como registrar uma reclamação contra um banco?

Antes de procurar o Banco Central, o consumidor deve tentar resolver o problema diretamente com a instituição financeira.

O caminho recomendado é:

  1. procurar o atendimento do banco;
  2. anotar o protocolo;
  3. acionar o SAC;
  4. procurar a ouvidoria, caso o problema continue;
  5. registrar a reclamação nos canais oficiais adequados.

O Banco Central recebe reclamações pela internet, por telefone e por correspondência. O número informado para o atendimento telefônico é 145.

O Banco Central resolve o problema individual?

Não diretamente.

O Banco Central encaminha a reclamação para a instituição e utiliza o registro em suas atividades de fiscalização. O órgão deixa claro que não funciona como um tribunal para determinar indenizações ou obrigar o banco a devolver dinheiro em cada caso individual.

Para buscar uma solução concreta, o consumidor também pode recorrer a:

  • ouvidoria do banco;
  • plataforma Consumidor.gov.br;
  • Procon;
  • Defensoria Pública;
  • Juizado Especial Cível;
  • advogado, quando necessário.

Registrar a reclamação no Banco Central continua sendo importante, porque o caso entra nas estatísticas e pode contribuir para a supervisão da instituição.

Quando procurar o Procon?

O Procon é indicado quando existe um conflito de consumo que não foi solucionado pelo banco.

Isso inclui situações como:

  • cobrança indevida;
  • serviço não contratado;
  • recusa de cancelamento;
  • publicidade enganosa;
  • empréstimo irregular;
  • demora injustificada para devolver valores;
  • dificuldade de acesso a documentos.

O consumidor deve levar comprovantes, protocolos, contratos, faturas, extratos e mensagens trocadas com a instituição.

Quando o caso pode ir para a Justiça?

A via judicial pode ser necessária quando o problema provoca prejuízo financeiro ou não é resolvido administrativamente.

O consumidor pode procurar o Juizado Especial Cível em causas de menor complexidade. Em determinadas situações, não é obrigatória a presença de advogado, respeitados os limites legais.

Casos envolvendo fraude, negativação indevida, desconto não autorizado ou retenção de valores podem exigir uma avaliação jurídica mais detalhada.

É importante não confundir a classificação de uma reclamação como procedente no Banco Central com uma vitória automática na Justiça. Cada processo é analisado conforme suas provas e circunstâncias.

Como se proteger de problemas com cartão?

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Alguns cuidados reduzem o risco, embora não eliminem completamente a possibilidade de fraude.

O consumidor deve:

  • ativar notificações de compras;
  • evitar compartilhar senhas;
  • nunca informar código recebido por SMS;
  • desconfiar de ligações que pedem dados;
  • usar cartão virtual em compras online;
  • conferir a fatura antes do vencimento;
  • bloquear o cartão imediatamente em caso de perda;
  • manter o aplicativo atualizado.

Bancos não costumam solicitar senha completa, código de segurança ou transferência para uma suposta “conta segura”.

Como identificar um empréstimo consignado irregular?

O primeiro sinal pode ser um valor depositado sem solicitação ou um desconto desconhecido no salário ou benefício.

Ao perceber o problema, o consumidor deve:

  • consultar o contrato;
  • pedir a identificação da instituição;
  • verificar a data da contratação;
  • conferir a conta em que o dinheiro foi depositado;
  • solicitar cópia de gravações e documentos;
  • registrar contestação;
  • guardar os protocolos.

Beneficiários do INSS podem acompanhar contratos e descontos pelos serviços oficiais disponíveis no Meu INSS.

Vale a pena trocar de banco por causa do ranking?

A decisão depende da experiência individual e das alternativas disponíveis.

Um consumidor que está satisfeito, não enfrenta cobranças indevidas e consegue resolver seus problemas pode não ter motivo imediato para mudar.

Por outro lado, quem enfrenta falhas recorrentes pode comparar outras instituições.

Antes de trocar, vale verificar:

  • tarifas;
  • qualidade do aplicativo;
  • atendimento;
  • rede de caixas e agências;
  • condições do cartão;
  • juros do cheque especial;
  • portabilidade de salário;
  • histórico de reclamações;
  • segurança oferecida.

A troca deve ser feita com planejamento, especialmente quando existem empréstimos, débitos automáticos, salário, investimentos ou financiamentos vinculados à conta.

O que o Bradesco precisa fazer após liderar o ranking?

O resultado aumenta a pressão para que a instituição identifique as causas das reclamações e melhore os processos que apresentam maior índice de falhas.

Entre as ações esperadas de qualquer banco nessa situação estão:

  • reforçar mecanismos antifraude;
  • reduzir compras não reconhecidas;
  • acelerar contestações;
  • revisar a venda de crédito consignado;
  • melhorar o atendimento do SAC;
  • resolver demandas na primeira tentativa;
  • acompanhar reclamações recorrentes;
  • prestar informações mais claras aos clientes.

Até a elaboração desta matéria, não foi localizada nas fontes consultadas uma manifestação específica do Bradesco sobre o resultado do segundo trimestre.

O que o consumidor deve fazer ao encontrar um problema?

A recomendação mais importante é agir rapidamente e documentar todas as etapas.

O consumidor deve guardar:

  • número do protocolo;
  • data e horário do atendimento;
  • nome ou identificação do atendente;
  • cópia de extratos;
  • faturas;
  • contratos;
  • prints do aplicativo;
  • mensagens;
  • comprovantes de pagamentos.

Esses documentos podem ser decisivos para contestar uma cobrança, demonstrar uma fraude ou buscar ressarcimento.

Também é importante não aceitar apenas uma promessa verbal. Sempre que possível, peça confirmação por escrito e prazo para solução.

O que o ranking revela sobre os serviços bancários?

O resultado do segundo trimestre de 2026 mostra que segurança, cartões, crédito consignado e atendimento continuam sendo pontos sensíveis da relação entre consumidores e bancos.

A liderança do Bradesco não significa que todos os seus clientes tenham problemas. Entretanto, o índice de 84,9 reclamações procedentes por milhão de clientes demonstra que a instituição apresentou a maior proporção de registros confirmados entre as entidades analisadas no período.

Para o consumidor, o ranking deve funcionar como um sinal de atenção. Antes de contratar um produto financeiro, vale comparar custos, histórico de reclamações e qualidade do atendimento.

Para quem já enfrenta um problema, o próximo passo é registrar a demanda no banco, guardar os protocolos e recorrer aos canais oficiais caso a solução não seja apresentada.

Perguntas frequentes sobre o ranking de reclamações dos bancos

Imagem: Reprodução/Seu Crédito Digital

Qual banco liderou o ranking de reclamações em 2026?

O Bradesco liderou o ranking do segundo trimestre de 2026, com índice de 84,9 reclamações procedentes para cada 1 milhão de clientes.

Quantas reclamações o Bradesco recebeu?

O Banco Central classificou 9.375 reclamações contra o Bradesco como procedentes entre abril e junho de 2026.

Qual banco ficou em segundo lugar?

O C6 Bank ficou em segundo lugar, com índice de 59,77 reclamações por milhão de clientes.

O Itaú ficou em qual posição?

O Itaú apareceu na terceira colocação, com índice de 46,87 reclamações procedentes por milhão de clientes.

O que significa reclamação procedente?

É a reclamação na qual o Banco Central identifica indícios de descumprimento das normas do Sistema Financeiro Nacional.

O ranking considera o número total de reclamações?

O ranking considera a proporção entre reclamações procedentes e o número de clientes, permitindo comparar instituições de tamanhos diferentes.

Quais foram as principais reclamações?

As queixas mais frequentes envolveram cartões de crédito, crédito consignado e dificuldades no atendimento pelo SAC e pelas centrais.

O Banco Central devolve dinheiro ao cliente?

Não diretamente. O órgão encaminha a demanda ao banco e utiliza as informações na fiscalização, mas não decide indenizações em casos individuais.

Como reclamar de um banco no Banco Central?

O consumidor deve primeiro procurar o banco, o SAC e a ouvidoria. Depois, pode registrar a reclamação nos canais oficiais do Banco Central, inclusive pelo telefone 145.

Liderar o ranking significa ser o pior banco?

Não necessariamente. O ranking mede reclamações procedentes em determinado período e não avalia sozinho todos os produtos, serviços e experiências dos clientes.

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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