O novo RG, também conhecido como CIN (Carteira de identidade Nacional), já está sendo emitido em alguns dos estados brasileiros. Assim, segundo o governo federal, todos os institutos de identificação do país terão até 3 de março de 2023 para aderirem ao novo modelo.
Brasileiros se surpreendem com novo número do RG
Saiba quais serão as mudanças no novo RG e confira em quais estados brasileiros esse documento já pode ser emitido.
Desse modo, com a nova versão, a identidade será unificada através do CPF de cada pessoa. Ademais, o foco da mudança é reforçar a segurança na autenticação do documento, reduzindo, assim, o número de fraudes.
Novo RG
Primeiramente, até o momento, cidadãos de alguns estados brasileiros já podem solicitar o novo documento. Os estados são:
- Acre;
- Goiás;
- Distrito Federal;
- Minas Gerais;
- Paraná;
- Rio Grande do Sul.
Desse modo, as demais unidades da federação devem adequar seus sistemas até 6 de março de 2023.
“Gradativamente, deixaremos de ter uma carteira de identidade para cada estado. São 26 estados e o Distrito Federal, cada um com sua carteira. Isso vai acabar. Haverá uma identificação única do cidadão”, afirmou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos.
Ademais, vale destacar que apenas aqueles que estiverem com o CPF regular poderão receber a nova versão do RG. Para quem precisa regularizar a situação, basta acessar o site da Receita.
Quais são as mudanças do novo RG?
Confira as mudanças do RG:
- Autenticação por QR Code;
- Uso exclusivo do CPF;
- Biometria;
- Identificação se o titular é doador de órgão ou não;
- Naturalidade do cidadão;
- Código MRZ;
- Presença do grupo sanguíneo;
- Uniformização da CIN para todo o território nacional.
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Qual a validade da CIN?
Uma das dúvidas frequentes relacionadas ao Novo RG é a respeito da validade. Assim, pode-se dizer que isso pode variar de acordo com a idade de cada um:
- Para crianças de 0 a 12 anos, a validade é de 5 anos;
- Para pessoas de 12 a 60 anos incompletos, a validade é de 10 anos;
- Para idosos acima dos 60 anos, a validade é indeterminada.
Imagem: Governo do Brasil / Reprodução
