O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) passou por uma grande reformulação neste ano. Ao que tudo indica, o programa habitacional tem apresentado bons resultados. De acordo com informações divulgadas pela Caixa Econômica Federal, foram mais de 8,8 milhões de acessos no simulador no último mês de junho.
Isso quer dizer que, desde quando as novas regras foram implementadas, houve um aumento de 109,7% nas buscas. Segundo a presidente do banco público, na gestão anterior, a demanda da faixa 1 acabou reprimida devido à suspensão anunciada pelo governo Bolsonaro.
Atualmente, o MCMV conta com diferentes faixas de renda para as áreas urbanas e rurais do país. Ainda, as condições de financiamento variam com base nas características de cada uma delas, bem como na localização dos imóveis.
Minha Casa, Minha Vida: quais são as faixas de renda?
Para reforçar, as faixas de renda que integram o novo desenho do Minha Casa, Minha Vida são:
- Faixa 1 (urbana): renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640;
- Faixa 2 (urbana): renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4,4 mil;
- Faixa 3 (urbana): renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ 8 mil.
- Faixa 1 (rural): renda bruta familiar anual de até R$ 31.680;
- Faixa 2 (rural): renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 a R$ 52,8 mil;
- Faixa 3 (rural): renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 a R$ 96 mil.
Novas regras favorecem a ampliação do acesso ao crédito imobiliário, diz Serrano
Com base nos dados divulgados pela Caixa, cerca de 47,43% dos brasileiros interessados em adquirir um imóvel têm entre 25 e 35 anos. Ainda nesse sentido, cerca de 40% das simulações realizadas são referentes a casas com valores entre R$ 150 mil e R$ 200 mil.
Os resultados apontados pelo Simulador de Financiamento da Caixa demonstra, como aponta Serrano, que as novas condições do programa favorecem a ampliação do acesso ao crédito imobiliário.
Imagem: I’m friday / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
