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Caixa não desiste de taxar o Pix e solicita reunião com o governo; entenda

Caixa Econômica se mostra resistente à taxação do Pix. Veja os últimos detalhes sobre a situação de possível cobrança.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
Fachada de unidade da Caixa Econômica Federal

Na segunda-feria, dia 19, a Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou que, assim como diversas instituições financeiras, iria passar a cobrar taxas em transações Pix. A princípio, elas seriam cobradas a partir do próximo mês. 

No entanto, em seguida, o Planalto determinou que a Caixa não deveria realizar tal cobrança aos seus clientes. Diante dessa situação, o banco tem se mostrado resistente e pediu uma reunião com os representantes do governo que querem anular a taxação.

Ao que tudo indica, a CEF deseja apresentar os possíveis lucros provenientes da nova cobrança do Pix. Dessa forma, a presidente da Caixa, Rita Sarmento, solicitou um encontro com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).

Qual pode ser o argumento apresentado pela Caixa?

Provavelmente, o banco vai apresentar o montante que pode ser arrecadado se a proposta de cobrança do Pix for aceita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nesse sentido, os dados revelam que em um ano poderia haver R$ 300 milhões em arrecadação. 

Quanto a isso, é preciso ressaltar que a Caixa é a principal instituição financeira quando se trata de políticas públicas relacionadas à iniciativas políticas. Além disso, ela também é pioneira em investimentos que fomentam a economia e o empreendedorismo. 

Esses fatos poderiam, portanto, servir como argumento para que a cobrança do Pix não seja anulada. Ademais, o fato de a taxa ser a menor se comparada aos outros bancos também deve ser levado em consideração. 

Quem pode ser cobrado no Pix?

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O Banco Central do Brasil, além de criar essa ferramenta instantânea, também é responsável por definir as regras quanto ao seu uso. Sendo assim, a autoridade monetária determina que apenas as Pessoas Jurídicas (PJs) sejam cobradas através do Pix. Ou seja, de modo algum as Pessoas Físicas serão taxadas ao utilizar a ferramenta nos aplicativos das contas digitais.

Por fim, no caso de PJ, haverá cobranças diferentes de acordo com Pix em questão, pois há as possibilidades de Pix checkout, compra e transferência. 

Imagem: Vergani Fotografia / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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