Justiça condena Caixa Econômica Federal a liberar indenização para mulher que sofreu acidente em 2022. De acordo com a autora da ação, ela foi vítima de um acidente de trânsito e o banco se negou a pagar o DPVAT.
Caixa terá que fazer pagamento de R$ 13,5 mil; veja quem vai receber
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O seguro DPVAT é pago pelos proprietários de veículos e serve como uma indenização para as pessoas que se envolveram em um acidente de trânsito. São três tipos de repasses possíveis: despesas médicas e suplementares, invalidez permanente e morte.
O valor da indenização varia conforme os ferimentos que o indivíduo teve no acidente. Sendo que a Caixa é o banco responsável por operacionalizar o pagamento. Ou seja, ela avalia cada caso, define o valor e libera o pagamento para as vítimas.
Caixa não libera indenização por invalidez permanente
A mulher, que entrou com o processo contra a Caixa, afirma que sofreu danos na coluna e no crânio por conta do acidente de trânsito. Assim, ela entrou com um pedido para receber a indenização máxima por invalidez permanente: R$ 13,5 mil.

Entretanto, ao analisar a documentação que a autora da ação enviou, a Caixa não concordou com o pedido e negou a indenização no valor solicitado. Como não concordou com a decisão, a mulher acabou entrando na Justiça para garantir o seu pagamento.
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Mulher passou por perícia judicial
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Para comprovar a gravidade dos ferimentos que a mulher teve no acidente de trânsito, ela passou por uma perícia judicial. Dessa forma, ficou comprovada as lesões no crânio e na coluna da vítima. Além disso, a juíza do caso, Paula Beck Bohn, considerou que a gravidade da situação é compatível com a indenização de R$ 13,5 mil.
Portanto, Bohn condenou a Caixa a liberar a indenização do DPVAT para a autora do processo. Contudo, se o banco quiser, ainda é possível entrar com um recurso para contestar a decisão.
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com
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