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Cashback da reforma tributária pode ser ampliado; entenda

Cashback da reforma tributária pode ser ampliado, devolvendo parte dos impostos pagos aos consumidores. Entenda como isso pode te beneficiar.

Gabriela Ferraz CamargoPor Gabriela Ferraz Camargo2 min de leitura
Pessoa segurando papel escrito "reforma tributária" sobre panos da cor verde e amarela.

Após intensos meses de discussões e análises, a regulamentação da reforma tributária avança significativamente no Congresso Nacional. As atenções estão voltadas para a consolidação das propostas que prometem reformular profundamente o sistema tributário brasileiro, visando uma distribuição de impostos mais equitativa e eficiente.

O processo, que contou com a participação de diversos grupos de trabalho que dialogaram intensamente em reuniões fechadas, se aproxima de um desfecho. Essas reuniões resultaram em modificações substanciais no projeto inicial, com previsões de impactos significativos para empresas e consumidores.

Reforma tributária: qual é a expectativa para a nova regulamentação?

Martelo de juiz batendo sobre montante de dinheiro.
Imagem: Satur / shutterstock.com

Os relatórios finais dos grupos de trabalho estão prestes a ser divulgados na Câmara dos Deputados, com previsões apontando a votação no plenário já nas próximas semanas. O presidente da Câmara, Arthur Lira, expressou que a votação da regulamentação é sua prioridade, marcando a segunda semana de julho como um período decisivo antes do recesso parlamentar.

A emenda que regulamenta a reforma, aprovada em dezembro do ano passado, propõe a unificação de cinco importantes tributos – ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins – em apenas dois: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), em âmbito federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a nível estadual. Essa transformação visa simplificar o sistema tributário, tornando-o mais transparente e menos burocrático.

Impacto do “Imposto do Pecado”

Dentro das novidades da reforma, destaca-se a criação do imposto seletivo, conhecido como “Imposto do Pecado“. Esse imposto será aplicado sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como veículos poluentes, bebidas alcoólicas e cigarros. Essa medida busca não só aumentar a arrecadação, mas também conscientizar sobre os impactos negativos de certos produtos.

  • Veículos e embarcações poluentes;
  • Cigarros e bebidas alcoólicas;
  • Bebidas açucaradas e produtos de mineração.

Além disso, a reforma também inclui incentivos como uma espécie de “cashback do povo”, beneficiando quem ganha até meio salário-mínimo com a devolução de parte dos impostos em serviços essenciais como água, luz e gás.

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Outro ponto relevante é a criação de uma cesta básica nacional, isenta de tributos, que inclui alimentos essenciais como arroz, feijão e leite. Esta medida visa não apenas a redução do custo de vida, mas também a promoção de uma alimentação mais saudável entre a população brasileira.

Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

Gabriela Ferraz Camargo

Autor

Gabriela Ferraz Camargo

Gabriela Ferraz Camargo é bacharel em Direito pela Universidade Paulista (UNIP) e atualmente cursa Publicidade e Propaganda na ESAMC (Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação). No portal Seu Crédito Digital, atua como redatora com foco em temas de interesse público, programas sociais, consumo e cotidiano. Sua formação multidisciplinar contribui para a criação de conteúdos claros, úteis e bem estruturados, que ajudam os leitores a tomar decisões mais conscientes no dia a dia.

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