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Ao fazer um comentário no Congresso americano nesta semana, o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, disse que não acredita nos tokens cripto, como Bitcoin (BTC), e disse ainda que eles funcionam como esquemas de pirâmide descentralizados. O executivo comentou que a ideia de que os tokens cripto funcionam para qualquer pessoa é inaceitável. Ele lembrou do uso de criptomoedas em crimes como:
- Lavagem de dinheiro;
- Tráfico sexual;
- Ataques de ransomware.
Stablecoins, moeda digital
No depoimento do CEO do JPMorgan também foram mencionadas as stablecoins, que possuem lastro e paridade em algum ativo, normalmente o dólar. As reservas de stablecoins (tipo especial de moeda digital) podem ser de dinheiro e ativos materiais, ou baseados em um algoritmo.
Ele afirmou que uma stablecoin regulamentada corretamente não seria um problema e que enxerga o valor em blockchain, DeFi (finanças descentralizadas) e tokens que fazem alguma coisa. O CEO ainda disse que o banco JPMorgan é usuário da tecnologia blockchain.
Controvérsias do CEO do JPMorgan
O CEO do JPMorgan tem um histórico de comentários problemáticos sobre o mercado de criptomoedas. Em 2014, Dimon comunicou que o bitcoin era uma péssima reserva de valor. Nos anos seguintes, disse que o BTC era fraude e ouro dos tolos.
Entretanto, o banco tomou uma direção diferente. Em 2019, JPMorgan criou a sua própria stablecoin, a JPM Coin. E mais, a empresa está oferecendo serviços para compra de algumas criptomoedas a clientes de alta renda, como:
- Bitcoin.
- Ethereum (ETH);
- Ethereum classic (ETC).
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O CEO do JPMorgan disse que acredita que o bitcoin não tem valor. Contudo, em uma carta a acionistas em abril, ele escreveu que as finanças descentralizadas e blockchain são verdadeiras, dizendo que o banco está liderando essas inovações.
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Imagem: REDPIXEL.PL / Shutterstock.com



