Cada vez mais começam a surgir relatos de vítimas de golpes financeiros no Brasil. Apesar de contextos diferentes, os criminosos costumam usar práticas parecidas para enganar as pessoas, o que tem, infelizmente, funcionado.
Cerca de 40% dos brasileiros afirmam ter sofrido golpes financeiros; veja os principais tipos
A incidência de golpes financeiros tem apresentado crescimento nos últimos meses com novas modalidades. Saiba mais!
De acordo com uma pesquisa realizada pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), cerca de 40% dos brasileiros afirmam terem sido vítimas de fraudes nos últimos meses. Vale destacar que no intervalo de 12 meses, houve um aumento de 8 p.p. nesse sentido.
Veja também:
Brasileiros estão mais otimistas com a economia de 2024, aponta FEBRABAN
Perfis dos brasileiros que são vítimas de golpes financeiros
O estudo apresenta a realidade relacionada aos golpes financeiros entre os diferentes grupos sociodemográficos. Desse modo, é possível verificar que aqueles com a maior incidência de vitimização ou tentativa foram:
- Sexo masculino (40%);
- Pessoas com 60 anos ou mais (39%);
- Brasileiros com ensino superior (44%);
- Brasileiros que recebem mais de cinco salários mínimos (45%).
No que se refere ao recorte regional, os maiores percentuais foram localizados nas regiões Sul e Sudeste, ambas com 41%.

Tipos mais comuns
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Por fim, a pesquisa aborda quais são os tipos de golpes financeiros mais comuns entre os brasileiros que passaram por este tipo de situação nos últimos meses. É importante lembrar que novas modalidades ganharam destaque neste ano. Veja.
- Golpe da clonagem do cartão ou troca de cartões: 45%;
- Alguém solicitando dinheiro por WhatsApp: 28%;
- Golpe da central falsa onde alguém solicita dados por telefone: 27%;
- Golpe do Pix: 20%;
- Golpe com utilização do CPF por meio de SMS: 12%;
- Golpe do leilão ou da loja virtual falsa: 9%.
Diante desse cenário, as instituições financeiras têm tomado medidas para alertar e informar os usuários a fim de reduzir estas estimativas. De acordo com dados do estudo, de dezembro de 2022 a dezembro de 2023, o percentual de brasileiros que afirmam ter recebido este tipo de informação saltou de 54% para 67%.
Imagem: Pira25 / Shutterstock.com
