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Cielo anima investidores com alta superior a 100% no valor das ações: entenda!

Na última segunda-feira (26), os papéis da Cielo tiveram uma valorização de 135% nas ações, sendo negociadas a R$ 5,11.

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Cielo

Com o crescimento do mercado de pagamentos e, consequentemente, aumento dos concorrentes, a Cielo, empresa de negociações financeiras, precisou adotar algumas medidas internas para se manter como referência no setor. Dessa forma, a empresa fecha 2022 com uma alta valorização de suas ações, o dobro do ano passado. 

Assim, na última segunda-feira (26), os papéis da Cielo tiveram uma valorização de 135% nas ações, sendo negociadas a R$ 5,11. Já no mesmo período em 2021, a cotação mínima era de R$ 1,83. Todavia, analistas preveem que 2023 será desafiador para a empresa.

Ações da Cielo

Portanto, após registrar alta em suas ações, a Cielo está confiante. Dessa forma, prevê para 2023, um lucro líquido de cerca de R$ 2 bilhões, o que fez suas ações saltarem para R$ 7,00.

“Com um preço atraente e uma, aparentemente, baixa correlação com o ruído político local, ainda a vemos como uma ótima ação para se ter, pelo menos no curto prazo”, afirmaram analistas do BTG.

Manutenção na liderança

A Cielo é controlada pelo Bradesco e pelo Banco do Brasil e pretende se manter no topo do setor por meio de inovações. Assim, entre as medidas adotadas neste ano, está a contratação de Estanislau Bassols, que já fez parte da Mastercard e agora faz parte da direção da Cielo.

“Após anos de perdas de market share, a Cielo está mais bem posicionada para manter sua posição de liderança no setor de adquirência, sustentada por sua exposição em grandes contas, com bons níveis de serviço, e também pela recente expansão comercial para o segmento de pequenas e médias empresas”, comunicou o BTG.

Setor de maquininhas ameaçado

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A chegada do Pix, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central, abalou o setor de maquininhas de cartão. Assim, para especialistas, o Pix deve acabar com a necessidade do “intermediário” entre quem paga e quem recebe.

Portanto, o futuro das maquininhas está incerto. Dessa forma, as empresas deverão incluir mais serviços aos comerciantes, como softwares de administração de contas e estoques, para continuar tendo relevância para os clientes.

Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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