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Claro vai ter que pagar multa por cortar 3g e 4g de clientes, mas recebe “desconto” de 25%

A Claro foi condenada por não cumprir planos ilimitados oferecido aos clientes e, por isso, deverá pagar uma multa. Saiba mais!

Rayanne Quelucci VieiraPor Rayanne Quelucci Vieira2 min de leitura
Celular sobre a mesa com a logo da operadora claro

Antigamente, algumas operadoras ofereciam planos ilimitados, mas nem sempre conseguiam cumprir o prometido. Por este motivo, a Claro foi condenada por não cumprir esses serviços, tendo que pagar uma multa. 

A SENACON (Secretaria Nacional do Consumidor) não aceitou o recurso feito pela empresa e manteve a penalidade, porém diminuiu o valor cobrado em 25%. O processo contra a Claro iniciou em fevereiro de 2015 pelo DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), junto ao MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública). 

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Sobre o processo

O processo durou até julho do ano passado (2021), quando o órgão compreendeu que não havia nenhuma evidência de que a franquia apresentaria melhorias ao usar a rede, que era o argumento comunicado pela Claro.

Inclusive, para a Senacon, a empresa não procurou novas alternativas para o serviço, como soluções para gestão do espectro, ampliação da rede ou hotspots de Wi-Fi. Por isso, o órgão entendeu que o bloqueio de internet era uma escolha baseada em valores de seus serviços, não um defeito técnico, por este motivo, condenou a operadora.

Como ficará o valor da multa?

Originalmente, o valor da multa era de R$ 800 mil, mas a Claro poderia diminuir o valor para R$ 600 mil caso não recorresse. Contudo, mesmo com essa redução, a companhia entrou com recurso.

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Com a decisão publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (25), a Senacon não explicou o porquê e comunicou que faltou transparência da empresa em não divulgar as alterações feitas nas regras dos planos.

Agora, após tudo isso, a Claro terá o direito de pagar R$ 600 mil, já que a legislação prevê um desconto de 25% para as empresas que estiverem cadastradas na plataforma Consumidor.gov.br. O dinheiro arrecadado irá para o Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

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Imagem: Alison Nunes Calazans / Shutterstock.com

Rayanne Quelucci Vieira

Autor

Rayanne Quelucci Vieira

Rayanne Queluci Vieira é carioca, estudante de Letras. Possui cursos de Ninja SEO e redator Hacker. Atua como estagiária no Seu Crédito Digital, produzindo textos para deixar o leitor muito bem informado sobre o mundo das finanças e economia.

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