Como vai funcionar o passaporte de imunização?

Entenda mais sobre como as companhias aéreas irão trabalhar no combate contra a COVID-19

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De acordo com os números da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), no ano passado, a demanda mundial por transporte aéreo caiu para 70%, em relação a 2019. Foi um baque nunca presenciado pelos setores de turismo.

Apesar disso, a volta do setor começou a prosperar novamente com as campanhas de imunização, apesar dos níveis de recuperação serem diferentes para cada país.

A pergunta que tem pairado pelo ar em relação ao setor de turismo e viagens, é como os países lidarão com um possível retorno pleno de atividades e muito já se especula sobre um “passaporte de vacinação”. 

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Recuperação total ainda pode demorar

Ao contrário do previsto, a pandemia que, em teoria, duraria alguns meses, tem durado quase um ano e, mesmo com as campanhas de vacinação sendo iniciadas, é possível que o processo de normalização ainda demore.

Na visão de Victor Hanna, advogado das áreas Contencioso Cível e Arbitragem e Aeronáutico, apesar de as campanhas de vacinação terem dado esperanças ao setor, é pouco provável uma certidão de vacinação própria para viagens. Isso porque o processo de imunização começou há pouco tempo e, por isso, tudo ainda pode demorar.

A previsão é de que o processo de vacinação no Brasil demore quase ou até mais de um ano.

Alguns países já começaram a exigir o certificado de imunização

O Chipre, no Mar Mediterrâneo, e Seychelles, no Oceano Índico, anunciaram que só aceitarão turistas que já estiverem vacinados. Alguns países da Europa começaram uma ação parecida.

Entretanto, a solução mais imediata encontrada até agora foi o teste de sorologia, que indica se um turista está infectado ou não, mas é provável, segundo Alexandre de Juniac, diretor da Iata, que, quando a vacinação estiver em voga para todos, ela se torne pré-requisito para entrada em outros países.

Para este fim, o Iata Travel Pass está em desenvolvimento. O sistema visa conter dados e informações sobre o usuário e vai gerenciar, de forma segura, testes de sorologia e vacinação.

O sistema digital de controle de vacinação, no entanto, é de responsabilidade das linhas aéreas e, mesmo que demore a ser implementado, provavelmente vai virar regra no futuro.

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Imagem: zuzana caprnkova/shutterstock.com

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