A inflação tem sido um dos principais desafios econômicos enfrentados pelo Brasil nos últimos tempos. A alta dos preços tem impactado diretamente no poder de compra dos brasileiros e gerado preocupações, tanto para a população quanto para as autoridades econômicas e políticas do país.
Confira quais produtos ficarão mais BARATOS com a melhora da inflação
Descubra quais produtos serão beneficiados pela possível queda da inflação e como isso pode afetar o seu bolso!
No entanto, recentemente, alguns indícios apontam para a possibilidade de que a inflação volte a cair ou, pelo menos, dê um refresco relevante para as expectativas. Entre os fatores que contribuem para essa perspectiva estão, a deflação de preços ao produtor e a tendência de queda do dólar desde o final de março.
Produtos que ficarão mais baratos com a inflação
Alimentos como, pães, massas, cereais e rações para animais, por exemplo, podem ter seus preços reduzidos.
Outro setor que pode ter uma redução de preços é o de construção civil, já que o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna), é composto, em grande parte, por preços ao produtor nesse setor.
Com a deflação, é possível que o custo de materiais como cimento, tijolos, ferro e outros insumos utilizados na construção civil, possam diminuir. Fato que, pode resultar em uma redução nos preços de imóveis e reformas.
Além disso, com a expectativa de uma possível redução no preço da gasolina, é possível que produtos que dependem de transporte rodoviário, também tenham seus preços reduzidos. Por exemplo, alimentos, bebidas, roupas e eletrônicos.
No entanto, é importante lembrar que, a redução no preço da gasolina na refinaria não garante que o preço final para o consumidor também será reduzido na mesma proporção. Pois, outros fatores como, impostos e margens de lucro, podem influenciar no preço final.
A persistente alta de preços: desafios e perspectivas
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A persistente alta de preços tem sido uma preocupação constante para os brasileiros, e não parece haver um milagre da desinflação à vista. De fato, no caso do setor de serviços, a inflação é de demanda. Isso significa que uma redução significativa dos preços depende de uma moderação extra no aumento do salário médio.
Para haver uma melhora significativa nas expectativas, é necessário que o arcabouço fiscal proposto pelo governo sobre o teto de gastos, seja aprovado pelo Congresso. Fato que, deve gerar mais pressão para haver superávit primário e menos possibilidades de aumento de gastos.
Imagem: Golden Dayz / Shutterstock.com
