Na quarta-feira (13), o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente inelegível até 2030, falou sobre uma possível volta à presidência. Em entrevista dada à Folha de S. Paulo, ele destacou que o cargo não é sua prioridade.
Desistiu da presidência? Bolsonaro dá declaração inesperada; confira
Inelegível até 2030, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi questionado sobre uma volta à presidência. Confira sua declaração!
Bolsonaro está inelegível após ser condenado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por abuso de poder, quando criticou as urnas durante reunião com embaixadores. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre a declaração.
Bolsonaro fala sobre retorno à presidência

Ao ser questionado sobre um retorno à presidência, Jair Bolsonaro disse à Folha que essa não é a sua prioridade:“Eu não penso nisso. Não é prioridade minha. Mas nós criamos sementes pelo Brasil”, afirmou o ex-presidente.
Apesar da declaração, ele destacou que, caso ocorra, “saberá como se conduzir melhor, sem a inexperiência” de seu mandato em 2019.
Também durante a entrevista, Bolsonaro falou sobre o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmando ser “uma excelente pessoa, mas que gosta de responder tudo, e às vezes dá uma extrapolada”.
Ex-presidente inelegível recorre decisão do TSE
Também durante a entrevista, Jair Bolsonaro voltou a falar sobre as decisões da Justiça contrárias a ele desde que deixou o cargo da presidência. Segundo o ex-chefe do Executivo, as determinações têm a intenção de o atingir e atingir sua influência.
“Tem certas pessoas, na República, que, de acordo com o poder [que têm], parece que são imortais ou que vão viver mil anos… Se eu estivesse morto politicamente, não seria assim. A pressão é enorme porque eu represento alguma coisa ainda para o nosso Brasil”, concluiu Jair Bolsonaro.
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No último mês de agosto, a defesa de Jair Bolsonaro recorreu contra a determinação do TSE que o colocou como inelegível por 8 anos. O documento em defesa do ex-presidente foi apresentado ao TSE após a Corte realizar a publicação do texto que consolidou a decisão dos ministros pela inelegibilidade.
Imagem: Isaac Fontana / shutterstock.com
