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Dívidas com o banco prescrevem em quanto tempo?

Entenda a prescrição de dívidas: descubra quais dívidas se aplicam e conheça os prazos ideais. Aprenda também sobre prazos de prescrição.

Isabelle SantosPor Isabelle Santos2 min de leitura
Mulher cabisbaixa olhando para notebook

No universo jurídico, a prescrição de uma dívida é um tema que gera muitas dúvidas. De maneira geral, a prescrição de uma dívida ocorre em dez anos, caso a lei não estipule um prazo menor ou maior. Porém, em vários casos, o prazo é de cinco anos. À vista disso, dívidas podem surgir de diversos contextos e possuir um tempo de prescrição diferente.

Assim, algumas dívidas, por exemplo, prescrevem mais rápido, devido à sua natureza ou à legislação aplicada. Entretanto, nem todas estão sob essas regras. Portanto, entender a legislação e a natureza da dívida é essencial para saber até quando poderá ser cobrada. Neste artigo, iremos apresentar alguns prazos de prescrição e as dívidas mais comuns.

Veja também: Quais são os motivos que levam o INSS a negar as solicitações?

Quais são os prazos e as mais comuns?

Mulher cabisbaixa olhando para notebook
Imagem: fizkes/Shutterstock.com

A variedade na prescrição das dívidas é vasta e podem variar de um a 30 anos. Desse modo, os seguros (veicular, residencial e outros similares) se enquadram na menor duração, prescrevendo em apenas um ano. Ainda, as prestações alimentícias têm um prazo de prescrição de dois anos e as relativas à tutela, quatro anos.

Nesse sentido, algumas das dívidas mais comuns prescrevem em cinco anos, entre elas estão:

  • Dívidas de condomínio;
  • Convênios médicos;
  • Planos de saúde;
  • Mensalidades escolares;
  • Impostos;
  • Boletos bancários; e
  • Contas de consumo (como luz, água, TV por assinatura, internet banda larga e telefone).

Além disso, dívidas trabalhistas também se encaixam nesse prazo, embora existam exceções conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Prescrição de dívidas bancária

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Como mencionado, nem todas as dívidas seguem a mesma regra de prescrição. No caso de cobrança de salários atrasados, por exemplo, o prazo é de dois anos, mas para cobrança do FGTS, é de 30 anos. No entanto, o Código Civil brasileiro, no Art. 205 e 206, informa que algumas dívidas devem ter um tempo curto para prescrever. São elas:

Contudo, cabe destacar que as dívidas relacionadas a crimes graves, como fraude, geralmente prescrevem em um período longo ou nem estão sujeitas a prescrição. Enquanto as dívidas de aluguel prescrevem em três anos.

Imagem: fizkes/Shutterstock.com

Isabelle Santos

Autor

Isabelle Santos

Graduada em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual de Feira de Santana -BA.

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