A economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória, tem uma avaliação positiva e animadora referente ao futuro da taxa básica de juros. Em carta ao mercado, ela afirma que o Banco Central (BC) começará a reduzir o percentual em breve.
Economista do banco Inter revela notícia animadora para os brasileiros; veja
A economista-chefe do Banco Inter revela uma notícia bastante animadora para os brasileiros. Confira a novidade
Atualmente, a taxa básica de juros marca 13,75% ao ano, mas pode cair diante de uma pressão inflacionária menor. Siga a leitura para saber mais sobre as expectativas da economista.
Aperto monetário pode estar “próximo do fim”
No documento enviado ao mercado, a economista destaca a previsão de uma queda da inflação. Para Rafaela Vitória, mesmo que gradual, os cortes nas taxas de juros devem ser iniciados.
A economista destaca também que a aprovação do arcabouço fiscal deve ser um fator determinante para que o aperto monetário venha a cessar.
“Com a apresentação do arcabouço fiscal e sinais de que o pico do aperto monetário pode estar próximo do fim, observamos um fechamento de cerca de 30 bps (“basis point” ou “pontos-base”) nas taxas de mercado para próximo de 5,9%”, disse Vitória.
Além disso, a representante do Banco Inter completou afirmando que a aprovação do arcabouço significa maior garantia no que se refere a uma execução fiscal de equilíbrio.
Na última segunda-feira (8), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou que o arcabouço fiscal deve ser aprovado pelo Congresso Nacional “com o sentimento de urgência que o caso tem”.
Instituição financeira realiza projeções
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Além das expectativas reveladas pela economista-chefe, o Banco Inter detalhou ainda mais suas projeções para a redução da taxa de juros. De acordo com a instituição financeira, o primeiro corte deve ocorrer em agosto. Segundo o banco, o cenário que se desenha é da Selic terminando o ano de 2023 marcando 12%.
Para Rafaela Vitória, 2024 pode dar continuidade à queda de juros, indo a 10%. A previsão considera o cenário mesmo com crescimento de gastos fiscais.
Imagem: Alison Nunes Calazans/ Shutterstock
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