Adquirido recentemente por uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o Botafogo não tem vivido dias gloriosos, pois o clube carioca, que é bicampeão brasileiro, tem enfrentado diversos problemas financeiros.
Em meio à crise, time de futebol atrasa pagamentos do FGTS
O time de futebol, que é bicampeão brasileiro, está enfrentando uma grave crise financeira, atrasando até mesmo o FGTS dos jogadores. Veja
Dessa forma, os vencimentos de grande parte de seu time principal estão em atraso, principalmente os valores que correspondem ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além de prêmios de assinatura (luvas).
Pendências financeiras
À vista disso, embora tenha recebido um investimento alto, desde o começo do ano passado, a maior parte do elenco do Botafogo está sem receber os repasses em suas contas, incluindo o goleiro titular, Lucas Perri, um dos destaque da agremiação.
Assim, o clube corre o risco de seus jogadores entrarem na Justiça pedindo a rescisão contratual de forma unilateral, já que, de acordo com a lei, é possível o rompimento do vínculo empregatício a partir do terceiro mês consecutivo sem o pagamento do FGTS.
Para além disso, o pagamento das luvas, pagamento extra para os recém-chegados ao clube, também está em atraso, como é o caso dos jogadores que chegaram na temporada passada, a exemplo do zagueiro Adryelson, do lateral Marçal, do meia-atacante Carlos Eduardo, que estão sem receber desde o ano passado as parcelas dos prêmios.
Dívidas serão quitadas
Dessa forma, recentemente, John Textor, dono da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo, foi informado pelos dirigentes acerca da situação financeira do clube. Assim, Textor afirmou que pagará muitas dívidas ainda neste mês de março.
De acordo com um investidor norte-americano, o Botafogo conseguiu adiantar uma das parcelas da venda de Jeffinho para o Lyon, que custou 10 milhões de euros, o que correspondeu a um total de R$ 55 milhões.
Venda do Botafogo
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Enfim, a venda do Botafogo foi finalizada em março de 2022, com um aporte mínimo de cerca de R$400 milhões feito por John Textor, investidor principal do negócio, que também é dono dos clubes:
- Lyon, da França;
- Crystal Palace, da Inglaterra; e
- Molenbeek, da Bélgica.
*As informações são do UOL.
Imagem: Fernando Torres/CBF/Agência Brasil
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