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Empresa famosa gera polêmica ao ridicularizar petistas; confira

Um famoso frigorífico fez uma campanha ridicularizando pessoas que votam no presidente Lula, confira os detalhes.

Bruna MachadoPor Bruna Machado3 min de leitura
Homem segurando a bandeira do Partido dos Trabalhadores (PT) na campanha do Lula

Desde a época das eleições, o Frigorífico Goiás tem demonstrado apoio ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Naquela época, um comercial já fazia certa relação com a campanha do então presidente. 

Contudo, passado as eleições, a empresa, que já teve o cantor Gustavo Lima como sócio, continua demonstrando sua posição política. Porém, para chegar em seu posicionamento, a empresa está ofendendo petistas. 

Deste modo, em sua campanha mais recente, o Frigorífico Goiás ataca petistas através de um vídeo, indicando uma similaridade entre os cérebros de petistas e o tamanho dos camarões. Para isso, a butique de carnes em questão, usou uma Inteligência Artificial (IA).

Frigorífico Goiás compara cérebro de camarão com cérebro de petistas

Com pelo menos 150 franquias, o Frigorífico Goiás conta com mais de 2 milhões de seguidores no Instagram de divulgação da campanha de seu produto. No vídeo publicado, uma garota propaganda virtual se apresenta pelo nome de Clarice e informa que foi elaborada com o uso de IA. 

Posteriormente, Clarice anuncia o produto, que seria, segundo ela “um camarão GG, maior do que cérebro de petista”. Em sua legenda, o perfil usou a frase “Sextou BBs com muitas Promoções”. 

Em uma campanha do ano passado, a empresa de frigoríficos anunciou o quilo da picanha a R$ 22, coincidentemente, número usado pelo partido de Bolsonaro. Veja, a seguir, os detalhes sobre as duas campanhas.

Internauta relembra episódio fatal do frigorífico 

Em um dos comentários, um usuário do Instagram questionou se o Frigorífico Goiás seria o mesmo açougue que vendeu picanha vencida no dia da eleição, onde inclusive, uma cliente teria morrido pisoteada. 

Este usuário estava se referindo ao episódio que aconteceu e foi registrado na polícia como morte acidental. O falecimento aconteceu na campanha citada, onde o quilo da “picanha mito” era vendido a R$ 22. 

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Contudo, de acordo com o que foi registrado pela família, a cliente havia passado mal no meio da aglomeração do frigorífico. Aliás, especialistas em justiça eleitoral alertaram que, o desconto que deixou a carne custando menos de R$ 100 do valor original, poderia ser lida como um incentivo ao voto. 

No entanto, na época da “picanha mito”, algumas reclamações na plataforma do Reclame Aqui indicavam que aquilo se tratava de uma propagando enganosa. De acordo com alguns clientes, a “picanha” era, na verdade, um coxão duro. 

Por fim, na mesma plataforma de reclamações, outro cliente afirmou que a carne só estava sendo vendida para quem cumprisse a exigência de estar vestido com uma blusa do país. Item este, que foi fortemente associado à campanha de Bolsonaro. 

Imagem: Angela_Macario / Shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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