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Empresa obriga funcionários a trabalharem ao lado de colega morta

Os funcionários tiveram de permanecer no local por mais de 2 horas e 40 minutos ao lado do corpo de colega morta. Entenda o caso polêmico!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
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Em uma organização localizada em Madrid, na Espanha, os funcionários do local foram obrigados a trabalhar ao lado de sua colega morta. Segundo as informações divulgadas, eles tiveram de permanecer no local por mais de 2 horas e 40 minutos ao lado de seu corpo.

De acordo com os trabalhadores do local, a mulher faleceu durante o expediente e os gestores não permitiram que os funcionários se retirassem. Dessa forma, eles foram obrigados pelos superiores da empresa a trabalhar ao lado de sua colega já sem vida. Entenda as motivações!

Entenda mais detalhes sobre o caso dos funcionários

Segundo o jornal espanhol El País, Inma foi a trabalhadora que sofreu um infarto aos 57 anos, durante o trabalho. Em seguida, a mulher não resistiu e faleceu em sua estação de trabalho na empresa.

O fato aconteceu na terça-feira (13) em um dos escritórios da Konecta, uma multinacional espanhola de call centers. No entanto, os funcionários foram proibidos de interromper suas operações.

A motivação por trás da decisão tomada pelos gestores foi considerada desumana. Em suma, segundo os gestores, o trabalho deles era “um serviço essencial” e, por isso, deveriam manter as atividades mesmo com o corpo da colega ao seu lado.

Repercussão do caso

Há 15 anos dentro da organização, Inma foi submetida a manobras de reanimação; contudo, sem sucesso. Após o episódio vivido pelos seus colegas, uma grande repercussão foi gerada ao redor das ações do call center.

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A confederação dos trabalhadores de telemarketing relatou seu repudio em relação ao ocorrido. Dessa forma, a confederação condenou as ações tomadas pelos gestores e pela empresa.

Além disso, o órgão completou dizendo que era falta de humanidade, respeito e empatia com a funcionária e a equipe do local. Portanto, agora o caso está em fase de investigação para que sejam tomadas as decisões cabíveis sobre esse episódio.

Imagem: jd8/shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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