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Estou desempregado; quanto devo pagar para o INSS de forma independente?

É possível calcular a contribuição do INSS como autônomo e garantir sua aposentadoria. Continue a leitura para saber tudo sobre o assunto!

Avatar de Fernanda Ramos Fernanda Ramos · · 2 min de leitura
Um celular mostra na tela 'INSS', um cofre de porquinho rosa está ao lado e cédulas de 50 e 100 reais em baixo.

Se perder o emprego, um trabalhador da iniciativa privada pode ficar em dúvida sobre como realizar os recolhimentos para o INSS para manter sua futura aposentadoria. Agora, sem a contribuição do empregador, a dúvida é sobre o valor exato a pagar.

Embora pareça complicado, é possível simular essa nova realidade de contribuições.

Portanto, um trabalhador que decide trabalhar como autônomo deve considerar os valores correspondentes ao salário mínimo e ao teto previdenciário, que é de R$ 7.507,49 em 2023, para definir seu próprio valor de contribuição. Esse valor é o limite máximo pago na previdência.

INSS ou outros investimentos: qual é a melhor opção?

A resposta para essa pergunta pode variar, mas especialistas alertam que a Previdência Social ainda é uma opção vantajosa. A aplicação financeira, embora possa parecer uma boa alternativa, exige planejamento, disciplina e conhecimento, algo que nem todos possuem.

Tatiana de Jesus, uma nutricionista de 49 anos, é um exemplo de profissional que optou por trabalhar como autônoma. Depois de mais de 20 anos trabalhando com carteira assinada, Tatiana precisa agora calcular os novos custos de sua carreira solo e avaliar o quanto deve contribuir para o INSS para manter a aposentadoria que já vinha sendo projetada para o futuro.

A profissional afirmou: “Estou fazendo as contas sobre gastos que vou assumir agora, como mensalidade do plano de saúde, e sobre quanto terei que pagar de INSS, pois quero manter o padrão de vida que eu vinha projetando para o futuro quando era empregada.”

O que os especialistas dizem sobre as vantagens de contribuir para o INSS?

A professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) e planejadora financeira Myrian Lund destaca a importância de conferir atenção especial ao INSS. Por meio da contribuição ao INSS, o contribuinte garante outros benefícios ao longo da vida, como o auxílio-doença ou o salário-maternidade.

Portanto, é importante lembrar que ao contribuir para o INSS, o trabalhador não está apenas planejando sua aposentadoria, mas também garantindo sua segurança em casos de eventualidades.

Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

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