Você sabia que a marca “IPhone”, pode deixar de ser da Apple? Pois é! Muitas pessoas não sabem, mas existe um longa batalha legal contra a Apple. Isso porque, a IGB Eletrônica, detentora da marca Gradiente, exige o uso exclusivo da marca Iphone em território brasileiro. Agora, Michel Temer, ex-presidente do Brasil, entra como advogado da empresa brasileira.
Ex-presidente do Brasil entra em pé de guerra com a Apple; entenda
Participação de ex-presidente do Brasil em disputa judicial surpreende! Saiba quais os motivos da guerra contra a Apple.
A batalha começou em 2013 e tem gerado acalorados debates no Supremo Tribunal Federal (STF). Com o placar atual de 3 a 2 a favor da Apple, a entrada de Temer na defesa da Gradiente pode garantir um novo rumo a esse embate. Continue a leitura e entenda mais detalhes!
Participação do ex-presidente do Brasil no processo

Você sabia que o ex-presidente, Michel Temer, é advogado? Inclusive, essa não é a primeira vez que ele assume um caso de grande relevância após seu mandato presidencial. Isso porque, antes, ele foi contratado pela Google durante as negociações envolvendo o PL das Fake News.
Contudo, sua missão agora parece um pouco mais desafiadora. Afinal, a disputa está favorável à empresa americana. Desse modo, o objetivo de Temer é garantir o direito da Gradiente ao uso exclusivo do nome “iPhone”.
Como começou a disputa?
A raiz da briga judicial reside na alegação de que a Gradiente foi a primeira a registrar a marca “Gradiente iPhone” no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no início dos anos 2000. No entanto, o reconhecimento oficial só ocorreu em 2007. Por outro lado, a Apple argumenta que a marca “iPhone” é de sua exclusiva titularidade, sendo uma parte integral de sua identidade global.
Veja também:
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Ficou sem dinheiro? Este banco faz empréstimo online; veja como contratar
Dessa forma, em 2013, a empresa solicitou a exclusividade da marca, sem que pudesse ser usada de forma isolada. A disputa coloca em xeque não apenas a questão do registro legal, mas também confronta princípios mais amplos de competição e direitos de propriedade. A decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF) terá implicações significativas para o panorama jurídico e comercial do país.
Imagem: Marian Weyo / Shutterstock.com
