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Famosa empresa de moda se torna o TERROR de empresas americanas; entenda

Rival direta do comércio norte-americano, gigante empresa de moda está balançando a economia têxtil da região. Entenda o caso!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Mulher empacotando roupas para envio por empresa de moda.

Rival direta do comércio norte-americano, a Shein, gigante empresa de moda, está balançando a economia têxtil da região. Um dos motivos é que a plataforma de moda está entrando no mercado americano com preços mais acessíveis do que muitas marcas já consolidadas.

Diversos concorrentes, como aponta a Reuters, estão tentando disputar com os preços baixos da gigante chinesa. Isso porque, ano passado, a receita da Shein foi de US$23 bilhões, maior do que a de outras empresas consolidadas nos EUA, como H&M e Zara.

O esperado é que, até 2025, a receita da empresa chinesa seja de US$ 59 bilhões. No entanto, ainda este ano, a Shein está se preparando para uma oferta pública.

Entenda a manobra dos EUA contra a Shein

A empresa está cercada de boatos sobre trabalho com condições análogas à escravidão, com baixos salários, horas extras e uso de trabalho forçado para obter eficiência.

Ainda que neguem essas informações, o plano dos Estados Unidos é que o IPO da Shein seja fechado, até que seja comprovado que não há trabalho escravo envolvido.

É importante lembrar, também, que os Estados Unidos estão com uma batalha travada contra a China. Desse modo, as autoridades querem fechar a “brecha comercial” encontrada pela empresa para vender produtos a preços mais baixos.

Empresa de moda entra no mercado com preços baixos

Como dissemos acima, há a suspeita de que a Shein utilize mão de obra escrava para a produção em massa de suas mercadorias. No entanto, a Shein afirma que seu ingrediente secreto é o uso massivo de tecnologia e dados.

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Assim, consegue extrair as tendências e estilos virais, mandar para seus fabricantes, encomendar pequenos lotes de um determinado estilo e, com a procura, aumentar a sua produção rapidamente.

No entanto, a empresa de moda também se aproveita, assim como faz no Brasil, da brecha de mercadorias isentas de importação. Nos EUA, se o valor dos produtos importados for menor que US$800, a taxa de importação não é aplicada. O preço médio dos produtos comercializados no país é de US$80,00.

Imagem: Pickadook / Shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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