Ao longo dos últimos anos, o setor bancário tem passado por uma revolução, especialmente após o “boom” das fintechs. As instituições financeiras têm buscado alternativas para superar a concorrência, sendo que, é neste contexto, que um banco brasileiro realizou um investimento, no mínimo, inusitado.
Famoso banco brasileiro surpreende com investimento inusitado
Entenda como este investimento de banco brasileiro busca fazer o grupo expandir sua atuação. Saiba mais sobre!
No caso, a cooperativa de crédito Sicredi, que atua na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, anunciou que investiu R$ 500 mil em uma agência móvel. Ou seja, um veículo que vai servir como uma alternativa para o grupo financeiro.
Assim, a tendência é que o veículo do banco brasileiro circule pela capital do Rio Grande do Sul e outros municípios. Inclusive, a própria gestão da cooperativa de crédito aponta que, essa pode ser uma alternativa para aumentar o alcance da empresa.
Novo investimento do banco brasileiro
Conforme Ronaldo Sielichow, presidente do Sicredi, a van do banco brasileiro busca ser uma alternativa em relação às agências. Dessa forma, o novo investimento do grupo poderia ficar em empresas, para abertura de conta de trabalhadores e em locais em que uma agência física ainda não foi inaugurada.
Além disso, o banco brasileiro informou que o veículo vai circular pela região metropolitana de Porto Alegre e por oito municípios. No caso, são eles:
- Esteio;
- Glorinha;
- Canoas;
- Cachoeirinha;
- Gravataí;
- Sapucaia do Sul;
- Viamão.
Fim das agências bancárias?
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Ainda que o movimento do banco brasileiro indique uma alternativa para as agências bancárias, isto não significa o fim deste tipo de estabelecimento. Contudo, o Banco Central apontou que, em 2022, o país teve o encerramento de 394 unidades, chegando a 17.908, isto é, o menor número anual da série histórica com início em 2007.
Portanto, a tendência é que este tipo de estabelecimento não tenha fim, porém, com o tempo, seja cada vez menos utilizado. Inclusive, o BC aponta que a digitalização do setor e as novas tecnologias têm contribuído para esta mudança, sendo possível colocar tanto a ação “inusitada” do banco brasileiro, como o aumento das fintechs.
Imagem: Billion Photos/Shutterstock.com
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