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FGTS libera até R$ 6.220 direto no Caixa Tem, saque calamidade já está disponível!

Trabalhadores de 10 cidades do RS já podem sacar até R$ 6.220 do FGTS por calamidade diretamente pelo Caixa Tem. Veja mais!

Helena SerpaPor Helena Serpa5 min de leitura
FGTS

Trabalhadores residentes em municípios do Rio Grande do Sul que foram duramente atingidos pelas enchentes de maio de 2024 já podem solicitar o saque calamidade do FGTS, com valor de até R$ 6.220. O recurso pode ser retirado de forma totalmente digital, diretamente pelo aplicativo Caixa Tem, sem necessidade de comparecer a agências bancárias.

A medida é uma ação emergencial que busca amparar financeiramente a população de regiões em estado de calamidade pública e facilitar o acesso ao dinheiro nesses momentos críticos.

Cidades contempladas nesta etapa

FGTS digital
Imagem: Brenda Rocha – Blossom/shutterstock

A nova liberação do saque calamidade contempla moradores dos seguintes municípios do Rio Grande do Sul:

Leia mais: Lucro do FGTS 2025: entenda quem pode receber e o passo a passo para sacar

  • Barra do Ribeiro
  • Barros Cassal
  • Campos Borges
  • Capão Bonito do Sul
  • Cruzeiro do Sul
  • Encruzilhada do Sul
  • Gentil
  • Quevedos
  • Tunas
  • Sinimbu

Essas cidades foram oficialmente reconhecidas pelo governo federal como em situação de calamidade pública, o que permite a liberação especial do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para seus habitantes.

Como funciona o saque calamidade do FGTS?

Saque digital pelo app FGTS

O saque por calamidade é uma das modalidades de retirada do FGTS autorizadas em caso de desastres naturais, como enchentes, deslizamentos de terra, secas severas ou outras situações reconhecidas oficialmente.

O processo é 100% digital e pode ser feito pelo aplicativo FGTS, disponível para celulares com sistema Android ou iOS. Após a solicitação, o valor é creditado diretamente em conta, podendo ser na Poupança Digital do Caixa Tem ou em outra instituição bancária.

Requisitos para receber

Para ter direito ao saque, o trabalhador precisa:

  • Ter saldo disponível na conta do FGTS;
  • Residir em uma das cidades habilitadas;
  • Não ter realizado outro saque por calamidade no período de 12 meses;
  • Comprovar vínculo residencial com o município afetado na data do desastre.

Valor disponível

O limite é de R$ 6.220 por conta vinculada, respeitando o saldo disponível do trabalhador.

Passo a passo para solicitar o saque

1. Baixe o aplicativo FGTS

Disponível gratuitamente nas lojas Google Play (Android) e App Store (iOS).

2. Acesse a aba de saques

No menu principal, selecione a opção “Meus Saques” e depois clique em “Solicitar Saque”.

3. Selecione a opção “Calamidade pública”

Escolha a categoria correta e informe o município.

4. Envie os documentos exigidos

É necessário anexar documentos digitalizados.

5. Escolha a conta para recebimento

O trabalhador pode optar por receber na conta Caixa Tem ou em outro banco de sua preferência.

Prazo para solicitar o saque

O prazo para envio da solicitação vai até 30/10/2025. Após essa data, o sistema será fechado e novas solicitações não serão aceitas.

Portanto, é importante que os moradores das cidades afetadas reúnam a documentação o quanto antes e façam o pedido dentro do prazo estabelecido.

Vantagens do saque digital pelo Caixa Tem

A possibilidade de solicitar o saque e receber o valor sem sair de casa é um dos principais avanços da modalidade digital.

Além disso, o Caixa Tem permite movimentações como:

  • Transferência para outras contas via PIX;
  • Pagamento de boletos e contas;
  • Recarga de celular;
  • Saques sem cartão em caixas eletrônicos da Caixa.

Situação de calamidade

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Diante da situação, o governo estadual e o federal decretaram estado de calamidade pública, possibilitando a adoção de medidas emergenciais, como:

  • Auxílio financeiro direto à população;
  • Liberação de benefícios assistenciais;
  • Saques extraordinários do FGTS.

O saque por calamidade se insere nesse contexto como uma medida de apoio à reconstrução da vida dos trabalhadores afetados, contribuindo com recursos imediatos para gastos básicos, consertos ou substituição de bens perdidos.

Quem não pode fazer o saque calamidade?

FGTS
Imagem: Freepik / Edição: Seu Crédito Digital

Mesmo residindo nas cidades atingidas, o trabalhador não poderá sacar o FGTS se:

  • Já tiver feito saque por calamidade nos últimos 12 meses;
  • Não possuir saldo suficiente no FGTS;
  • Não comprovar residência no município afetado;
  • Tiver inconsistências nos documentos apresentados.

Nestes casos, o pedido será indeferido e o valor não será liberado.

FAQ — Perguntas frequentes

Quem tem direito ao saque calamidade do FGTS?

Trabalhadores com saldo no FGTS, que residem em cidades com calamidade pública reconhecida, e que não tenham feito saque semelhante nos últimos 12 meses.

Qual o valor máximo que posso sacar?

Até R$ 6.220 por conta vinculada, limitado ao saldo disponível.

Onde recebo o valor do saque?

O valor é creditado na Poupança Digital Caixa Tem ou em outra conta indicada pelo trabalhador.

Quais são os documentos obrigatórios?

Documento de identificação com foto, selfie com o documento, comprovante de residência (ou declaração da prefeitura).

Considerações finais

A liberação do saque calamidade do FGTS é uma importante resposta do governo às famílias afetadas por desastres naturais. No caso do Rio Grande do Sul, milhares de pessoas enfrentam ainda os efeitos das chuvas de maio, e o valor de até R$ 6.220 pode ser essencial para amenizar prejuízos e reconstruir a rotina.

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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