Segundo informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgadas na última terça-feira (22), o número de ligações realizadas por robôs caiu, em média, 41%. Esse resultado faz parte de uma medida que busca minimizar o impacto das chamadas abusivas de telemarketing.
Fim das ligações feitas por robôs? Anatel anuncia ótima notícia
A Anatel confirmou uma boa notícia para os consumidores: o número de ligações feitas por robôs irão enfrentar grande queda! Saiba mais
O período analisado foi de junho de 2022 a julho de 2023. Durante esse período, mais de 88 bilhões de chamadas, com duração de até 3 segundos, sofreram bloqueio. A Agência atuou em relação a números que realizavam mais de 100 mil chamadas por dia, com duração inferior a 3s. Isso totalizou cerca de 415 chamadas a menos para cada cidadão ao longo desse período.
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A primeira medida, como mencionamos acima, consistiu no bloqueio dos números. Contudo, com o passar do tempo, a Anatel decidiu permitir que as operadoras cobrassem por essas chamadas curtas, as quais, até então, não estavam sujeitas a taxas devido à sua duração de apenas 3s.
Além disso, foi exigido que as empresas que estavam no ranking dessa prática abusiva se adequassem até abril de 2024. Para os consumidores, a Agência está disponibilizando algumas tecnologias, que permitem maior segurança ao receber as ligações.
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Qual é a novidade aos consumidores?
A partir de janeiro de 2024, todos os consumidores poderão identificar qual empresa está realizando a ligação. Isso será possível devido à implementação da prática pela Anatel, por meio da tecnologia chamada “Stir/Shaken”, a qual possibilita a autenticação dos números.
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Assim, ao receber uma ligação, o consumidor poderá saber:
- O nome e logo da empresa;
- O porquê da ligação;
- Um selo que comprova a origem da chamada.
Assim, segundo nota da Anatel, “com essas informações, será possível para o consumidor identificar empresas e decidir se tem interesse em atender a chamada. Também será possível reconhecer ligações que configurem comportamento abusivo, para que o consumidor adote as medidas que entenda adequadas.”.
Imagem: Iryna Rahalskaya/shutterstock.com
