Cerca de trinta policiais pertencentes à Delegacia de Polícia Federal em Nova Iguaçu, localizada na Baixada Fluminense, estão executando a Operação Auxílio para cumprir um total de seis mandados de busca e apreensão em diferentes áreas do estado do Rio de Janeiro.
Fraude no Auxílio Emergencial: polícia prende criminosos nesta quarta-feira (26)
A Operação Auxílio realizada hoje por agentes federais apreendeu bens que juntos, somam o montante de R$ 150 mil. Confira a seguir!
Os locais onde os mandados estão sendo cumpridos são o município de Nilópolis, também situado na Baixada Fluminense, um bairro chamado Anchieta, localizado na zona norte do estado, e a região da Taquara, em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade.
Todos os mandados de busca e apreensão foram executados com sucesso pela equipe de policiais federais. Ademais, durante as operações de busca foram apreendidos diversos itens relevantes para a investigação, incluindo computadores, celulares e um veículo de luxo que juntos possuem o valor de R$ 150 mil.
Objetivos da Operação Auxílio
A operação foi desencadeada devido ao crescente número de denúncias e suspeitas de fraudes envolvendo o auxílio emergencial. Nesse sentido, a associação criminosa identificada se especializou em encontrar brechas e vulnerabilidades nos sistemas de cadastro e pagamento desses benefícios.
Eles podem ter utilizado informações falsas, documentos adulterados ou roubados, além de estratégias sofisticadas para burlar os mecanismos de verificação e controle.
Operação Auxílio já tem duração de 3 anos
As investigações tiveram início em 2020, após suspeitas de fraudes relacionadas ao auxílio emergencial. As autoridades começaram a analisar as correlações entre os registros incluídos na Base Nacional de Fraudes ao Auxílio Emergencial (BNFAE) buscando indícios e padrões de atividades suspeitas.
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+311 mil seguidores
Através do estudo desses dados foi possível identificar que os indivíduos sob investigação estavam vinculados a pelo menos 55 contas bancárias fraudadas. Através delas eles recebiam ilegalmente os valores do benefício social.
Essas contas foram utilizadas para diversos fins ilícitos, como pagamento de boletos, transferências bancárias e transações em maquininhas de cartão de crédito e débito. Nesse sentido, os investigados deverão responder pelos crimes de estelionato. Por fim, isso envolve a obtenção de vantagem ilícita através de ardil, fraude ou engano e associação criminosa.
Imagem: JERO SenneGs / shutterstock.com
