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Tem conta no BB ou Bradesco? Fique atento ao alerta urgente dos bancos

O golpe da falsa central tem afetado clientes de diversos bancos no Brasil, incluindo Banco do Brasil e Bradesco. Saiba como se proteger!

Helena SerpaPor Helena Serpa5 min de leitura
INSS

Nos últimos meses, um golpe bancário tem se tornado cada vez mais comum no Brasil, especialmente entre os clientes de grandes instituições financeiras como o Banco do Brasil (BB) e o Bradesco. Chamado de “golpe da falsa central”, esse crime ocorre quando criminosos se passam por funcionários dos bancos para enganar as vítimas e obter dados pessoais e financeiros sensíveis.

O aumento dessa fraude tem gerado um alerta para os usuários dessas instituições financeiras, que devem ficar atentos a sinais de possíveis tentativas de fraude.

O que é o golpe da falsa central?

falsa central telefônica
Imagem: Freepik

O golpe da falsa central ocorre quando golpistas entram em contato com as vítimas se passando por representantes legítimos dos bancos. Eles utilizam técnicas avançadas de fraude para enganar os clientes, convencendo-os a fornecer informações confidenciais, como números de cartões de crédito, senhas bancárias e outros dados pessoais.

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O golpista pode afirmar que há uma “suspeita de fraude” na conta da vítima e que é necessário confirmar dados pessoais para resolver a situação. A vítima, acreditando estar falando com um representante legítimo, acaba fornecendo as informações solicitadas, que, em seguida, são usadas para realizar transações fraudulentas.

Principais bancos visados

Embora o golpe da falsa central possa afetar qualquer cliente bancário, alguns dos maiores bancos do Brasil têm sido os alvos mais frequentes devido à sua vasta base de clientes. Entre os principais visados estão:

  • Banco do Brasil (BB)
  • Bradesco
  • Caixa Econômica Federal
  • Itaú

Como se proteger?

A melhor forma de se proteger do golpe da falsa central é adotar algumas medidas de segurança simples, mas eficazes. Confira algumas dicas essenciais para evitar cair nessa fraude:

1. Desconfie de ligações inesperadas

Se você receber uma ligação de alguém se passando por um atendente do banco, especialmente se for um número desconhecido ou não identificado como oficial, desconfie. Os bancos nunca solicitam informações pessoais ou financeiras por telefone.

2. Verifique o número de telefone

Antes de fornecer qualquer dado, verifique se o número que está ligando corresponde ao número oficial do banco. Caso tenha dúvidas, desligue e ligue para a central de atendimento diretamente usando o número fornecido no site oficial ou no verso do seu cartão.

3. Nunca forneça dados pessoais ou bancários

Jamais forneça senhas, números de cartão de crédito ou outros dados bancários por telefone, especialmente em ligações não solicitadas. Os bancos não solicitam essas informações por telefone.

4. Ative notificações de transações

Uma boa medida de segurança é ativar alertas em tempo real sobre movimentações em sua conta. Isso ajuda a identificar rapidamente transações suspeitas.

5. Use canais oficiais

Sempre utilize os canais oficiais do banco para resolver qualquer problema relacionado à sua conta. Se for necessário resolver questões relacionadas à segurança ou transações, acesse a conta diretamente através do app do banco ou do site oficial.

Fui vítima, como agir?

golpe da selfie
Imagem: panitanphoto e DG-Studio / shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital

Se, infelizmente, você cair no golpe da falsa central e fornecer suas informações pessoais e bancárias, é essencial agir rapidamente para minimizar os danos.

1. Entre em contato com o banco

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O primeiro passo é entrar em contato imediatamente com seu banco, informando sobre a fraude. O banco pode tomar medidas para bloquear suas contas e cartões, evitando maiores prejuízos.

2. Registre um B.O

Faça um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima, formalizando a fraude. Isso pode ser útil caso você precise de um registro oficial para reivindicar danos ou buscar reembolso de valores perdidos.

3. Monitore suas contas

Após a fraude, monitore regularmente suas contas bancárias, extratos e relatórios de crédito para detectar qualquer outra transação suspeita. Caso identifique qualquer irregularidade, informe ao banco imediatamente.

FAQ

1. Como sei se estou sendo vítima do golpe da falsa central?
Se você receber uma ligação de alguém se passando por um atendente do banco solicitando informações pessoais, especialmente senhas ou números de cartões, desconfie. Os bancos não pedem esses dados por telefone.

2. O que devo fazer se cair no golpe?
Imediatamente entre em contato com seu banco, bloqueie suas contas e registre um boletim de ocorrência. Monitore também suas contas e relatórios de crédito para identificar outras transações suspeitas.

3. Todos os bancos são alvos desse golpe?
Embora todos os bancos possam ser alvo, as instituições financeiras com maior número de clientes, como Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal, são mais visadas.

4. Como posso saber se a ligação é do meu banco?
Verifique o número da ligação e se não estiver identificado corretamente como o número oficial do banco, desligue e ligue diretamente para a central de atendimento do banco.

Considerações finais

O golpe da falsa central é uma fraude sofisticada que tem se espalhado rapidamente no Brasil, afetando clientes de bancos como Banco do Brasil e Bradesco. Os criminosos utilizam tecnologias avançadas para simular ligações de centrais de atendimento e enganar as vítimas, roubando informações pessoais e financeiras sensíveis.

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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