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Governo lançará taxação para Shein, Shopee e AliExpress em breve

Veja os detalhes a respeito da taxação e entenda o que pode mudar com a decisão do governo a respeito das varejistas estrangeiras.

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Celulares com aplicativos de varejistas internacionais abertos na tela, entre eles está os e-commerces descontos da Shein, AliExpress e Shopee, respectivamente.

O Governo Federal lançará a taxação para Shein, Shopee e AliExpress em breve, de acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo o chefe da pasta, a expectativa é liberar nos próximos dias o plano para as empresas varejistas online estrangeiras. 

O objetivo da gestão é fazer com que as companhias que atuam no setor estejam de acordo com as tributações brasileiras. Veja os detalhes a respeito da taxação e entenda o que pode mudar com a decisão.

Ministério da Fazenda ainda não definiu alíquota 

Embora a taxação deva sair já nos próximos dias, a pasta ainda não definiu a alíquota. O Ministério da Fazenda tem como objetivo fazer um plano para que essas empresas assinem a fim de que possam atuar no país. As próprias companhias já se colocaram a favor do processo de adequação às legislações e tributações brasileiras. 

Na última semana, representantes da Shein, principal varejista de moda online em atuação no país atualmente, reuniram-se com a equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No encontro, a Shein expressou a intenção de nacionalizar as vendas.

Além disso, a empresa também fechou um acordo com a Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas), para contribuir com o setor têxtil do Brasil, bem como investir R$ 750 milhões no país e gerar mais de 100 mil empregos nos próximos anos.

Taxação de 60% pode diminuir

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Embora ainda não haja definição, o ministro Haddad afirmou em entrevista ao jornal Globonews, na última semana, que a taxação de 60% para importações pode diminuir. 

A ideia da pasta é estruturar um plano com base em modelos já utilizados em outros países, buscando o pagamento de um imposto virtual pelas empresas, sem que o montante seja repassado para os produtos.

Imagem: Sulastri Sulastri, sdx15 e BigTunaOnline / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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