Em agosto, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou o retorno do projeto de investimentos PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. A marca havia sido extinta pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2019, no início de seu mandato.
Governo Lula retoma programa de investimentos extinto no governo Bolsonaro
Em recente movimentação, governo federal retoma programa de investimentos extinto no governo Bolsonaro. Confira.
Dessa vez, o projeto apresentado pela equipe do presidente petista revela uma intenção de investimento trilionário em variados setores. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre o tema.
Gestão de Lula retoma investimentos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

O programa de investimentos retornou após o PAC ter sido extinto em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, o projeto já sofria com desmonte desde a gestão de Michel Temer, após o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.
Diante da volta do Programa de Aceleração do Crescimento, após quase três anos paralisado, o governo federal chama o retorno de Novo PAC. Além disso, a coordenação do projeto contará não só com o governo federal, mas também com parcerias do setor privado, movimentos sociais e governos estaduais e municipais.
O governo Lula espera realizar, até o fim da gestão, o investimento de R$ 1,4 trilhão. Assim, os recursos devem ser aplicados nos mais variados setores.
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Apesar de a apresentação da proposta de retomada do PAC, o programa foi lançado em janeiro de 2007, no início do segundo mandato do presidente Lula. Na sua estreia, o programa de investimentos previa colocar um total de R$ 503,9 bilhões no país entre os anos de 2007 e 2010.
Nesse sentido, os recursos eram provenientes do orçamento do governo federal, além do setor privado. Nesse contexto, ao final do ano de 2010, o programa conseguiu atingir 88% do previsto.
Durante o primeiro governo Dilma, entre 2011 e 2014, a segunda etapa do programa de investimentos previa a aplicação de R$ 1,59 trilhão em áreas como transporte, energia, cultura, meio ambiente, saúde, área social e habilitação. Apesar dos avanços promovidos nos setores, os projetos foram marcados também por problemas estruturais, de cronograma e custos.
Imagem: Isaac Fontana/ shutterstock.com
