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Governo Lula retoma programa de investimentos extinto no governo Bolsonaro

Avatar de Hannah Aragão Hannah Aragão · · 2 min de leitura
Lula e Bolsonaro em debate

Em agosto, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou o retorno do projeto de investimentos PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. A marca havia sido extinta pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2019, no início de seu mandato.

Dessa vez, o projeto apresentado pela equipe do presidente petista revela uma intenção de investimento trilionário em variados setores. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre o tema.

Gestão de Lula retoma investimentos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

Imagem de Lula e Bolsonaro, lado a lado, debatendo em programa de televisão. Lula gesticula enquanto fala algo, Bolsonaro olha para o chão com as mãos para trás.
Imagem: Isaac Fontana/ Shutterstock.com

O programa de investimentos retornou após o PAC ter sido extinto em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, o projeto já sofria com desmonte desde a gestão de Michel Temer, após o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.

Diante da volta do Programa de Aceleração do Crescimento, após quase três anos paralisado, o governo federal chama o retorno de Novo PAC. Além disso, a coordenação do projeto contará não só com o governo federal, mas também com parcerias do setor privado, movimentos sociais e governos estaduais e municipais. 

O governo Lula espera realizar, até o fim da gestão, o investimento de R$ 1,4 trilhão. Assim, os recursos devem ser aplicados nos mais variados setores.

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Saiba mais sobre o PAC

Apesar de a apresentação da proposta de retomada do PAC, o programa foi lançado em janeiro de 2007, no início do segundo mandato do presidente Lula. Na sua estreia, o programa de investimentos previa colocar um total de R$ 503,9 bilhões no país entre os anos de 2007 e 2010.

Nesse sentido, os recursos eram provenientes do orçamento do governo federal, além do setor privado. Nesse contexto, ao final do ano de 2010, o programa conseguiu atingir 88% do previsto.

Durante o primeiro governo Dilma, entre 2011 e 2014, a segunda etapa do programa de investimentos previa a aplicação de R$ 1,59 trilhão em áreas como transporte, energia, cultura, meio ambiente, saúde, área social e habilitação. Apesar dos avanços promovidos nos setores, os projetos foram marcados também por problemas estruturais, de cronograma e custos.

Imagem: Isaac Fontana/ shutterstock.com

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