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Governo quer acabar com a isenção em importante imposto; entenda a situação

Governo Federal se posiciona novamente sobre o fim de isenção de um imposto importante para os brasileiros. Clique e entenda!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
A palavra imposto escrita em pequenos cubos de madeira em cima de uma superfície. No fundo, desfocado, está uma calculadora.

O Governo Federal pretende voltar com a taxação de importante setor na economia, de acordo com o secretário do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Assim, espera-se que haja um aumento gradativo dos impostos com o passar dos anos.

Desta vez, os afetados foram os veículos elétricos, que estavam se beneficiando da isenção do Imposto de Importação. A ideia é que, nos próximos 3 anos, o valor da taxação suba e chegue em 35%. Essa iniciativa tem a intenção de fortalecer a produção de veículos com tecnologia verde. Confira mais detalhes sobre a seguir!

Fim da isenção e volta de imposto

mão segurando caneta e taxa com porcentagem
Imagem: Graphic and Photo Stocker / Shutterstock.com

A possibilidade do fim da isenção ainda está sendo debatida pelo Ministério. O vice-presidente e responsável da pasta, Geraldo Alckmin, ainda definirá quando essa medida passará a valer. No entanto, é válido ressaltar que as montadoras chinesas que estão alocadas no país estão resistindo à ideia.

Segundo o secretário da pasta, Uallace Moreira, “o que a gente pode fazer para estimular a produção local? É dificultar um pouco ou encarecer a importação”. Ele defende que diversos países têm utilizado essas políticas de proteção ao mercado nacional na área de veículos elétricos, aumentando os impostos.

A isenção está em vigor desde o governo Dilma, sem prazo de validade. Além disso, as alíquotas de imposto para veículos elétricos importados é de 0% e de 4% para os híbridos. Já os carros com motor a combustão são de 35%.

Posicionamento de autoridades sobre essa prática

O presidente da Anfavea, Márcio Leite, afirmou que a elevação seria benéfica para o mercado nacional. Isso porque, segundo ele, está havendo uma “invasão de produtos asiáticos” no país. Por outro lado, as montadoras chinesas, como a BYD, que chegou ao Brasil há pouco, por exemplo, estão criticando a decisão.

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Ainda, segundo Uallace Moreira, toda a transição acontecerá aos poucos, de maneira que o aumento dos impostos não seja um baque para o mercado. Por fim, essa é uma iniciativa do Governo Federal de valorização da produção interna.

Imagem: rafastockbr/ shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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