Uma importante empresa do setor energético surpreendeu o mercado ao revelar sua mais recente estratégia: um novo Plano de Demissão Voluntária (PDV). Com previsão de impactar até 1.574 colaboradores, essa medida tem como objetivo principal otimizar a estrutura organizacional da companhia.
Grande empresa brasileira anuncia plano de demissão de até 1.574 funcionários
Uma grande empresa nacional anunciou um plano surpreendente de demissão em massa. Entenda o que ela espera com isso.
O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 19, pela Eletrobras, e representa a segunda iniciativa desse tipo desde a capitalização da empresa em junho de 2022. Entenda as motivações e expectativas da companhia com essa medida.
Novo plano de demissão voluntária
De acordo com informações divulgadas pela Eletrobras, o PDV 2023 será implementado em todas as subsidiárias, visando a redução de custos e despesas operacionais. O período de inscrição para o PDV terá início em 20 de junho e se encerrará em 21 de julho de 2023.
Os desligamentos dos funcionários serão realizados conforme a conveniência e a avaliação da empresa, levando em consideração fatores como a excelência no desempenho, a segurança, a formação de sucessores e a gestão do conhecimento.
Investimento milionário
A implementação do PDV está em conformidade com o Acordo Coletivo de Trabalho firmado. A empresa estima um investimento entre R$ 450 milhões e R$ 750 milhões para a execução do plano, com expectativas de retorno semelhantes aos planos anteriores.
Essa decisão faz parte do processo de alinhamento estratégico da empresa ao Plano Estratégico 2023-27, além de estar relacionada à busca por maior eficiência e adaptação à nova estrutura organizacional em fase final de modelagem e implantação.
O mercado aguarda ansiosamente por mais informações sobre a adesão dos colaboradores ao PDV e os impactos financeiros que essa iniciativa trará para a empresa.
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Privatização da empresa
Importante lembrar que a Eletrobras passou por uma mudança significativa em 2022. Na ocasião, a estatal passou pelo processo de privatização e passou a ser uma empresa sem um controlador definido. Dessa maneira, o poder de voto de cada acionista ficou limitado a 10%, independentemente de sua participação acionária na companhia.
Além disso, é importante ressaltar que, como parte desse processo, foi criada uma nova estatal responsável pela administração da Eletronuclear, que controla as usinas de Angra, e também da Itaipu Binacional. Essas duas entidades não foram incluídas no processo de privatização da Eletrobras.
Imagem: FOTOGRIN / Shutterstock.com
