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Grande empresa é interditada por motivo polêmico

Empresa é interditada pelo Ministério Público e dono é preso pela polícia. Clique para entender o que aconteceu!

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Fachada de um estabelecimento interditado com fitas de listras brancas e vermelhas

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entra com ação e empresa é interditada por conta de acusações de maus-tratos e cárcere privado. Conforme o processo, a Justiça tenta fechar o local desde 2014.

Ontem (10), o MPRJ e a polícia foram até o endereço de uma clínica de idosos e de recuperação que fica em Nova Iguaçu. De acordo com o Ministério Público, ao visitar o local, foi possível identificar as ilegalidades.

Dessa forma, o dono do estabelecimento foi preso em flagrante e 96 pessoas que estavam no lugar se dirigiram para delegacia prestar depoimento e depois para outros locais, conforme a indicação da Secretaria Municipal de Nova Iguaçu.

Empresa é interditada depois de anos “escapando” da Justiça

A ação contra esse centro de idosos e de reabilitação que o MPRJ moveu começou em 2014, quando esse pediu pelo fechamento da unidade. A decisão favorável saiu em 2018, mas, desde então, o dono, Edmilson Messias Ribeiro Júnior, mudou o nome do negócio para fugir da Justiça.

Assim, o centro de idosos já se chamou Igreja Evangélica Cristo a Meta, Clínica de Reabilitação Caetana Greco e, mais recentemente, Centro de Tratamento Ribeiro. Em 2022, o espaço sofreu com um incêndio, no qual 2 pessoas morreram e 6 tiveram ferimentos.

Agora, a empresa é interditada, depois de o MPRJ identificar o espaço como sendo o mesmo da primeira ação. Além das acusações, o novo endereço do centro fica em um local de risco para as pessoas que estão lutando contra o vício.

MP não divulgou o que encontrou no local

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A empresa é interditada depois de uma visita do MPRJ, entretanto, os representantes do órgão não explicaram as condições que encontraram dentro do centro de idosos e de reabilitação. Afirmaram apenas que as situações de maus-tratos e cárcere privado eram flagrantes.

Por fim, o advogado de Edmilson Júnior diz que as denúncias não procedem e que vai analisar o processo antes de fazer outras declarações sobre o caso.

Imagem: Naletova Elena/shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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