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Haddad pode adiar agenda da Economia devido aos ataques em Brasília

Devido aos ataques realizados em Brasília no último domingo, o ministro da Fazenda precisou adiar agenda. Entenda o caso!

Liliana LuísaPor Liliana Luísa2 min de leitura
Haddad em discurso com microfone a sua frente

Com a destruição resultante dos ataques em Brasília, pautas políticas terão seus planos atrasados. Assim, existe certo prejuízo na implantação de ações necessárias para a reconstrução de diversos setores no país.

Dentre as mudanças mais necessárias, as reformas e ações econômicas de responsabilidade do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) são das mais aguardadas. Portanto, é uma das pautas mais prejudicadas em relação ao avanço de implementações, tão vitais no início do governo.

Ataques golpistas em Brasília podem atrasar, mas não irão desestruturar agenda

Segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, as ações terroristas que ocorreram na capital do país prejudicaram o cronograma, mas não impossibilitaram o anúncio de algumas medidas ainda esta semana. “Amanhã (10), temos reunião marcada e haverá, nesta semana, anúncio de medidas no âmbito da Fazenda e da Gestão”, esclarece Costa.

O ministro também reforça que a democracia brasileira permanecerá intacta. “O país vai ter funcionamento normal. Eles podem até quebrar vidros, destruir patrimônio público, mas não irão destruir a democracia brasileira”, ressalta o ministro.

Dentre as ações previstas por Haddad, é possível que haja anúncios relativos à ampliação de arrecadação e corte de gastos. Existe chance de haver um incentivo à redução de litígio no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) e reavaliação de desonerações tributárias autorizadas por Jair Bolsonaro (PL).

Corpo político exibe reação firme à depredação de patrimônio público

No último domingo (8), a capital brasileira foi cenário de uma série de atos desrespeitosos para com a Constituição, incluindo invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.

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Enquanto os membros do novo governo se organizavam para anunciar e implantar as primeiras medidas para a reconstrução de diversos setores nacionais, o cronograma teve de ser modificado às pressas. Na segunda-feira, realizou-se uma reunião oficial no Palácio, em Brasília, para discutir os ataques.

Segundo levantamento da InfoMoney junto a analistas políticos, “a política deve ver um deslocamento da pauta de discussão, que tende a fugir das medidas econômicas do ministério de Fernando Haddad para se concentrar em uma força-tarefa de governo, Congresso e Supremo direcionada a encontrar e responsabilizar os culpados pelos atos”.

Imagem: Rovena Rosa / Agência Brasil

Liliana Luísa

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Liliana Luísa

Formada em Letras, Liliana é uma profissional com 10 anos de experiência no mercado de trabalho, atuando como revisora e redatora.

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