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Havan e Magalu pedem que Bolsonaro taxe produtos ilegais da China

O governo está se mobilizando para taxar produtos vindos da China ilegalmente, a pedido de grandes varejistas como Havan e Magazine Luiza.

Rayanne Quelucci VieiraPor Rayanne Quelucci Vieira⏱ 3 min de leitura
foto da fachada da loja Havan.

O governo está se mobilizando para taxar produtos vindos da China de forma ilegal. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, estão à frente dessa organização. Conforme a revista Veja, eles têm a intenção de tarifar produtos ilegais oriundos da China, a pedido das lojas Havan e Magazine Luiza.

Com aumento nas compras internacionais na Shopee e AliExpress, algumas empresas e bilionários estão preocupados. Além da Magalu e Havan, esta ação do presidente Bolsonaro e do Ministro da Economia Paulo Guedes, teria o apoio de alguns outros donos de varejistas brasileiras bilionárias

Alíquota de 18% em produtos 

Recentemente, esse debate sobre tarifa de produtos vindos do exterior de forma aérea fez com que Ibaneis Rocha (MDB), governador do Distrito Federal, criasse uma taxa de alíquota de 18% do ICMS para compras internacionais.

Essa taxa é válida para empresas que não possuem distribuição no Brasil, como a AliExpress e Shopee. A Shopee aumentou seu número de clientes em 2021 e este foi o motivo para que empresários brasileiros começassem esse movimento. Sendo assim, a causa seria o crescimento de clientes da Shopee no Brasil.

De acordo com o banco Goldman Sachs, a participação da Shopee no Brasil deverá crescer até 20% nos três próximos anos. Os analistas dizem que a Shopee deve permanecer relevante em 2022 à medida que continuar a desenvolver sua presença e oferta de serviços.

Por outro lado, as lojas Via, Americanas e Magalu diminuíram em 58% no ano de 2021, devido ao momento ruim vivido pela economia brasileira e os valores dos papéis das empresas na bolsa. 

AliExpress deseja abrir armazém no Brasil

Em 2019, o AliExpress anunciou que tem a intenção de  abrir um armazém no Brasil para despachar produtos da China. O Chefe do AliExpress no Brasil, Ken Huang, informou que um dos principais desafios da empresa para atuar no país é a logística. Ele cita a demora conforme as concorrentes nacionais. 

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Ken Hyang ainda diz que a empresa necessita galpĂŁo para armazenar os pacotes que sĂŁo enviados para o aeroporto internacional de Guarulhos.

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Imagem: Jair Ferreira Belafacce / Shutterstock.com

Rayanne Quelucci Vieira

Autor

Rayanne Quelucci Vieira

Rayanne Queluci Vieira é carioca, estudante de Letras. Possui cursos de Ninja SEO e redator Hacker. Atua como estagiária no Seu Crédito Digital, produzindo textos para deixar o leitor muito bem informado sobre o mundo das finanças e economia.

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