Nesta segunda-feira (23), o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, instituiu uma redução da taxa para os beneficiários. No caso, houve mudanças no valor do teto, ou seja, o máximo da taxa de juros para empréstimos consignados. A novidade foi publicada no Diário Oficial da União ainda na semana passada.
INSS anuncia mudanças importantes para segurados; veja o que foi alterado
INSS anuncia mudanças que vai impactar taxas de juros para empréstimos consignados. Confira os novos valores neste artigo!
Desse modo, se você é beneficiário do INSS e pretende fazer um empréstimo, fique atento! Continue a leitura e saiba a nova taxa para a margem.
INSS anuncia mudanças em empréstimos consignados

De acordo com a mudança, o teto vai de 1,91% para 1,84%. Vale salientar que essa é a taxa para empréstimos com desconto em folha. Isso porque, para empréstimos feitos por meio de cartão de crédito consignado, a taxa passou de 2,38% para 2,73%. Ou seja, é válido ficar atento nas diferenças dos tipos de empréstimos que você for fazer!
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A mudança foi efetivada pelo Ministério do Previdência Social, pois, segundo o órgão, a diminuição das taxas ocorreu por conta da baixa de 0,5% na Taxa Selic. Ou seja, as taxas devem acompanhar a redução da Selic.
Dessa forma, fique atento nos contratos de empréstimos ao entrar em contato com as instituições financeiras. Afinal, todas as financeiras devem respeitar o limite máximo de juros dos empréstimos consignados.
Bancos não concordam
Apesar de a mudança ter “vindo de cima”, do Ministério, e de o INSS ter instituído a mudança, as instituições financeiras não estão satisfeitas. Os representantes das financeiras argumentam que a taxa básica não contempla todo o custo que os bancos têm para captar os clientes dos consignados. O ponto foi abordado na última reunião do Conselho Nacional de Previdência Social – CNPS.
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Ademais, os representantes dos bancos solicitaram que a discussão sobre o tema fosse suspensa até a próxima reunião do Copom, em 31 de outubro. No entanto, o Ministério da Previdência manteve as alterações. A justificativa foi que alguns bancos, inclusive, já praticavam taxas até menores do que a atual.
Além disso, as ofertas de consignado cresceram 23% em setembro, atingindo o valor de R$ 57,1 bilhões movimentados. Logo, não haveria prejuízos para o setor. Logo, vale salientar que a próxima reunião do COPOM não é garantia de novas mudanças.
Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com
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