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INSS anuncia mudanças importantes para segurados; veja o que foi alterado

INSS anuncia mudanças que vai impactar taxas de juros para empréstimos consignados. Confira os novos valores neste artigo!

Maria Leticia MenezesPor Maria Leticia Menezes2 min de leitura
Faixada INSS

Nesta segunda-feira (23), o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, instituiu uma redução da taxa para os beneficiários. No caso, houve mudanças no valor do teto, ou seja, o máximo da taxa de juros para empréstimos consignados. A novidade foi publicada no Diário Oficial da União ainda na semana passada.

Desse modo, se você é beneficiário do INSS e pretende fazer um empréstimo, fique atento! Continue a leitura e saiba a nova taxa para a margem.

INSS anuncia mudanças em empréstimos consignados

Imagem: Andrii Yalanskyi/shutterstock.com

De acordo com a mudança, o teto vai de 1,91% para 1,84%. Vale salientar que essa é a taxa para empréstimos com desconto em folha. Isso porque, para empréstimos feitos por meio de cartão de crédito consignado, a taxa passou de 2,38% para 2,73%. Ou seja, é válido ficar atento nas diferenças dos tipos de empréstimos que você for fazer!

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A mudança foi efetivada pelo Ministério do Previdência Social, pois, segundo o órgão, a diminuição das taxas ocorreu por conta da baixa de 0,5% na Taxa Selic. Ou seja, as taxas devem acompanhar a redução da Selic.

Dessa forma, fique atento nos contratos de empréstimos ao entrar em contato com as instituições financeiras. Afinal, todas as financeiras devem respeitar o limite máximo de juros dos empréstimos consignados.

Bancos não concordam

Apesar de a mudança ter “vindo de cima”, do Ministério, e de o INSS ter instituído a mudança, as instituições financeiras não estão satisfeitas. Os representantes das financeiras argumentam que a taxa básica não contempla todo o custo que os bancos têm para captar os clientes dos consignados. O ponto foi abordado na última reunião do Conselho Nacional de Previdência Social – CNPS.

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Ademais, os representantes dos bancos solicitaram que a discussão sobre o tema fosse suspensa até a próxima reunião do Copom, em 31 de outubro. No entanto, o Ministério da Previdência manteve as alterações. A justificativa foi que alguns bancos, inclusive, já praticavam taxas até menores do que a atual.

Além disso, as ofertas de consignado cresceram 23% em setembro, atingindo o valor de R$ 57,1 bilhões movimentados. Logo, não haveria prejuízos para o setor. Logo, vale salientar que a próxima reunião do COPOM não é garantia de novas mudanças.

Imagem:  rafastockbr / Shutterstock.com

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Maria Leticia Menezes

Autor

Maria Leticia Menezes

Jornalista em formação e redatora recifense.

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