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INSS: Quais os benefícios que não precisam de carência?

O período de carência é um meio de evitar que as pessoas se filiem ao INSS somente para ganhar algum benefício. Saiba mais.

Priscilla KinastPor Priscilla Kinast2 min de leitura
idosa aposentada com notas de 100 reais na mão enquanto sorri

A carência do INSS é o tempo mínimo de contribuições para que os segurados ou dependentes possam ter direito a ganhar um benefício. Diversos fatores são considerados para definir a carência, como por exemplo, a atividade exercida pelo trabalhador.

O período de carência inicia a ser contado quando o trabalhador entra para a atividade remunerada e tem a 1ª contribuição ao INSS. Vale ressaltar que a responsabilidade é da empresa contratante, nestes casos. Na contribuição individual ou facultativa, também é considerado o primeiro pagamento ao instituto.

INSS: Quais os benefícios que não precisam de carência?

De acordo com o INSS, o primeiro pagamento só é considerado, se for feito dentro da data de pagamento. Ou seja, se em atraso, a carência só será contada a partir do 1º pagamento em dia. Além do 1º pagamento, alguns tipos de benefícios também dependem de documentos que comprovem o tipo de atividade exercida. É o caso dos trabalhadores rurais, pescadores artesanais e outras profissões.

Cada benefício do INSS possui um tempo de carência. Ou seja, não é o mesmo para todos. Como por exemplo, na aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença, a carência é de 12 meses. Enquanto isso, o salário-maternidade é de 10.

O período de carência é um meio de evitar que as pessoas se filiem ao INSS somente para ganhar algum benefício. Prática que, de acordo com a previdência, prejudicaria os demais segurados. Apesar disso, algumas doenças previstas em lei são isentas de carência. Abaixo, confira a lista considerada pelo INSS:

  • Hanseníase;
  • Tuberculose ativa;
  • Alienação mental;
  • Esclerose múltipla;
  • Hepatopatia grave;
  • Neoplasia maligna;
  • Cegueira ou visão monocular;
  • Paralisia irreversível e incapacitante;
  • Cardiopatia grave;
  • Doença de Parkinson;
  • Espondiloartrose anquilosante;
  • Nefropatia grave, estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
  • Síndrome da deficiência imunológica adquirida (aids);
  • Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada.

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Imagem: Krakenimages.com / Shutterstock.com

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Priscilla Kinast

Autor

Priscilla Kinast

Jornalista, apaixonada pelo mercado financeiro e pelas inovações tecnológicas. Registro Profissional: 0020361/RS

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