Empresas, profissionais autônomos e outros contribuintes de Campo Mourão devem ficar atentos ao calendário tributário municipal. O prazo para pagar o ISSQN Fixo e determinadas taxas municipais referentes a 2026 termina em 31 de julho.
Pagamento do ISSQN Fixo com desconto vence em 31 de julho
Contribuintes de Campo Mourão têm até 31 de julho para pagar ISSQN Fixo e taxas municipais. Veja o desconto, parcelamento e como emitir a guia.
A mesma data também funciona como limite para quem deseja aderir ao parcelamento dos tributos. No caso da Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento, o pagamento em cota única até o vencimento garante desconto de 15%.
Apesar da proximidade do prazo, a maior parte dos contribuintes ainda não havia escolhido uma forma de pagamento quando foi feito o levantamento mais recente da Secretaria Municipal de Finanças. Entre os inscritos no ISSQN Fixo, mais de 78% ainda não tinham quitado o tributo nem aderido ao parcelamento. No grupo das taxas municipais, esse percentual ultrapassava 80%.
Quem não recebeu o boleto pelos Correios precisa emitir a segunda via pela internet ou procurar a Praça de Atendimento da Prefeitura. Deixar de receber a correspondência não elimina a obrigação de pagar dentro do prazo.
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Quais tributos vencem em 31 de julho?

O vencimento envolve três cobranças municipais relacionadas principalmente ao exercício de atividades profissionais e econômicas em Campo Mourão:
- ISSQN Fixo;
- Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento;
- Taxa de Vigilância Sanitária.
Os tributos podem ser quitados à vista ou de forma parcelada, conforme as opções disponibilizadas pelo município.
O contribuinte deve observar que o desconto de 15% divulgado pela Prefeitura está relacionado especificamente à Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento. Isso não significa, necessariamente, que todos os valores incluídos na guia terão a mesma redução.
O que é o ISSQN Fixo?
ISSQN é a sigla de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza. Trata-se de um tributo de competência municipal cobrado sobre a prestação de serviços.
Na modalidade comum, o imposto costuma ser calculado sobre o preço do serviço prestado. Uma empresa que emite uma nota de R$ 1 mil, por exemplo, pode recolher um percentual sobre esse valor, conforme a atividade e a legislação municipal.
Já o ISSQN Fixo segue uma lógica diferente.
Ele pode ser cobrado em valor previamente definido para determinadas categorias de profissionais que exercem atividades de forma pessoal, conforme as regras do Código Tributário do município.
Esse modelo pode alcançar, dependendo do enquadramento local, profissionais como:
- médicos;
- dentistas;
- advogados;
- contadores;
- engenheiros;
- arquitetos;
- psicólogos;
- veterinários;
- outros prestadores autônomos.
A incidência não depende apenas da profissão. Também é preciso observar a forma como o serviço é exercido, o cadastro municipal e o enquadramento tributário atribuído ao contribuinte.
Todo prestador de serviço paga ISSQN Fixo?
Não.
Alguns prestadores recolhem o imposto sobre o valor de cada serviço ou sobre o faturamento mensal. Outros podem estar submetidos a um valor fixo anual.
Empresas optantes pelo Simples Nacional também podem recolher o ISS dentro do Documento de Arrecadação do Simples Nacional, o DAS, salvo situações específicas previstas na legislação.
O microempreendedor individual, por sua vez, normalmente paga um valor fixo mensal de ISS dentro do DAS-MEI quando exerce atividade de serviços permitida.
Portanto, o boleto do ISSQN Fixo não deve ser confundido com:
- DAS do Simples Nacional;
- DAS-MEI;
- ISS retido em nota fiscal;
- imposto calculado sobre faturamento;
- taxas de alvará e fiscalização.
Quem tem dúvida sobre o próprio enquadramento deve consultar o cadastro mobiliário municipal ou procurar orientação contábil.
O que é a Taxa de Licença para Localização e Funcionamento?
A Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento está relacionada ao poder de fiscalização exercido pelo município sobre estabelecimentos e atividades econômicas.
Na prática, a Prefeitura verifica se a empresa ou o profissional está instalado em local adequado e se respeita as regras municipais aplicáveis.
A fiscalização pode considerar aspectos como:
- endereço cadastrado;
- atividade exercida;
- zoneamento urbano;
- condições do estabelecimento;
- regularidade do alvará;
- compatibilidade entre o cadastro e o funcionamento real;
- cumprimento de exigências municipais.
O pagamento da taxa não significa que qualquer atividade esteja automaticamente autorizada. O contribuinte também precisa manter licenças, documentos e dados cadastrais regulares.
Para que serve a Taxa de Vigilância Sanitária?
A Taxa de Vigilância Sanitária costuma atingir atividades que precisam de acompanhamento sanitário por causa dos riscos relacionados à saúde da população.
Isso pode incluir estabelecimentos como:
- restaurantes;
- lanchonetes;
- mercados;
- padarias;
- farmácias;
- clínicas;
- consultórios;
- laboratórios;
- salões de beleza;
- empresas de alimentos;
- serviços de saúde;
- estabelecimentos de estética.
O simples pagamento da taxa não substitui inspeções, licenças ou adequações exigidas pela Vigilância Sanitária.
Uma empresa pode quitar a cobrança e ainda precisar corrigir irregularidades estruturais ou documentais para obter ou renovar a licença.
Quem tem direito ao desconto de 15%?
O desconto de 15% é concedido ao contribuinte que pagar à vista, até 31 de julho de 2026, a Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento.
A opção é conhecida como pagamento em cota única.
Quem escolhe o parcelamento divide o débito de acordo com as condições disponibilizadas, mas normalmente deixa de aproveitar o abatimento reservado à quitação integral.
Antes de pagar, o contribuinte deve conferir na guia:
- identificação do CPF ou CNPJ;
- inscrição municipal;
- endereço fiscal;
- atividade econômica;
- exercício de referência;
- valor original;
- desconto aplicado;
- data de vencimento;
- quantidade de parcelas.
Caso o abatimento não apareça mesmo com a emissão da cota única dentro do prazo, é recomendável procurar a Prefeitura antes de realizar o pagamento.
O ISSQN Fixo também tem 15% de desconto?
A divulgação oficial informa desconto de 15% na Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento.
Não há indicação de que o mesmo percentual seja aplicado automaticamente ao ISSQN Fixo ou à Taxa de Vigilância Sanitária.
Por isso, o contribuinte não deve presumir que todo o boleto terá redução de 15%.
Quando diferentes tributos aparecem em documentos separados, é necessário conferir cada guia. Se os valores estiverem reunidos, o detalhamento deve indicar qual parcela recebeu o benefício.
É possível parcelar os tributos?
Sim.
O prazo de 31 de julho também vale para adesão ao parcelamento do ISSQN Fixo e das taxas municipais de 2026.
O parcelamento pode ser uma alternativa para quem não consegue quitar todo o valor de uma vez.
No entanto, é importante verificar:
- quantidade de parcelas;
- vencimento de cada prestação;
- valor mínimo permitido;
- existência de juros;
- perda do desconto à vista;
- consequências do atraso;
- forma de emissão das próximas guias.
O contribuinte deve avaliar se consegue manter as prestações em dia. Fazer o parcelamento e deixar as parcelas vencerem pode gerar encargos e dificultar a regularização.
Quantos contribuintes ainda não pagaram?
O levantamento da Secretaria Municipal de Finanças mostra que a adesão ainda era baixa próximo ao vencimento.
Entre os 599 contribuintes do ISSQN Fixo:
- 18,53% haviam pago em cota única;
- 3,17% tinham escolhido o parcelamento;
- 78,30% ainda não haviam definido a forma de pagamento.
Entre os 4.712 contribuintes das taxas municipais:
- 18,87% haviam quitado à vista;
- 0,78% tinham aderido ao parcelamento;
- 80,35% ainda não haviam escolhido uma opção.
Os números indicam que milhares de inscrições ainda precisavam ser regularizadas antes do último dia do prazo.
Como emitir o boleto pela internet?
As guias podem ser emitidas no Portal de Serviços da Prefeitura de Campo Mourão.
O contribuinte deve procurar o serviço destinado às guias de ISS e alvará e informar os dados exigidos pelo sistema.
Normalmente, podem ser solicitadas informações como:
- CPF ou CNPJ;
- inscrição municipal;
- cadastro econômico;
- código de acesso;
- dados do responsável.
Depois da consulta, é necessário escolher entre cota única e parcelamento, quando as duas opções estiverem disponíveis.
Antes de imprimir ou pagar, confira se o exercício indicado é 2026 e se o documento pertence ao contribuinte correto.
O que fazer se o boleto não chegou pelos Correios?
As guias também foram encaminhadas aos endereços fiscais cadastrados, mas o contribuinte não deve esperar a correspondência se ela ainda não chegou.
A orientação é emitir a segunda via pelo portal ou procurar o atendimento presencial. A Prefeitura já havia informado que quem não recebesse os documentos até 15 de julho deveria buscar um desses canais.
Não receber o boleto não suspende o vencimento.
Esse princípio é comum nas obrigações tributárias: cabe ao contribuinte acompanhar os lançamentos e solicitar a guia quando necessário.
Onde retirar a guia presencialmente?
A retirada presencial pode ser feita na Praça de Atendimento da Prefeitura de Campo Mourão, localizada na Rua Brasil, nº 1.407.
Antes de comparecer, é recomendável levar:
- documento com foto;
- CPF;
- CNPJ, no caso de empresa;
- número da inscrição municipal;
- documentos do estabelecimento;
- boleto anterior, caso exista;
- procuração, se o atendimento for feito por representante.
Também é prudente confirmar o horário de funcionamento antes de sair de casa.
O que acontece se o contribuinte pagar depois do prazo?
O pagamento após o vencimento pode gerar acréscimos previstos na legislação municipal.
Entre eles podem estar:
- multa;
- juros;
- atualização monetária;
- perda do desconto;
- inscrição em dívida ativa;
- cobrança administrativa;
- protesto;
- execução fiscal;
- dificuldade para obter certidão negativa.
A consequência não costuma ocorrer toda de uma vez. Primeiro, o débito passa a ser considerado vencido e recebe os encargos aplicáveis.
Se permanecer sem pagamento, pode avançar para etapas de cobrança mais rigorosas.
O que é dívida ativa municipal?
Dívida ativa é o cadastro dos créditos que o município possui contra contribuintes que não pagaram suas obrigações no prazo.
Depois da inscrição, a Prefeitura pode cobrar o valor por vias administrativas ou judiciais.
O débito pode dificultar:
- emissão de certidões;
- participação em licitações;
- transferência ou baixa de empresa;
- regularização do alvará;
- acesso a determinados serviços;
- encerramento formal da atividade.
A inscrição também pode permitir protesto em cartório ou ajuizamento de execução fiscal, conforme a legislação e os procedimentos adotados pelo município.
A empresa que encerrou as atividades precisa pagar?
Esse é um ponto que merece atenção.
Quando uma empresa deixa de funcionar, o responsável deve formalizar a baixa ou a paralisação no cadastro municipal.
Simplesmente fechar as portas, entregar o imóvel ou deixar de emitir notas não significa que a Prefeitura saiba que a atividade terminou.
Se a inscrição continuar ativa, novos lançamentos podem ser gerados.
Em anos anteriores, a Secretaria Municipal já alertava que empresas que encerraram ou paralisaram as atividades deveriam oficializar a situação para evitar cobranças indevidas.
Caso o contribuinte receba uma guia referente a uma atividade que já terminou, deve procurar o município e apresentar documentos que comprovem a data do encerramento.
Baixar o CNPJ encerra automaticamente a inscrição municipal?
Nem sempre.
O encerramento na Receita Federal e a baixa municipal são procedimentos relacionados, mas podem exigir etapas próprias.
Dependendo da integração entre os sistemas, a informação pode ser compartilhada. Ainda assim, o empresário deve confirmar se a inscrição municipal foi efetivamente baixada.
É recomendável verificar:
- situação do CNPJ;
- situação da inscrição estadual, quando houver;
- inscrição municipal;
- alvará;
- Vigilância Sanitária;
- débitos pendentes;
- notas fiscais autorizadas;
- licenças especiais.
A falta de encerramento formal pode gerar cobranças posteriores, mesmo sem atividade no local.
Profissional autônomo sem movimento precisa pagar ISSQN Fixo?
A cobrança do ISSQN Fixo pode estar ligada à inscrição e ao exercício da atividade profissional, e não ao número de notas emitidas no período.
Assim, um profissional que não teve clientes ou faturamento pode continuar sujeito ao lançamento se permanecer cadastrado como ativo.
Isso depende da legislação municipal e da situação específica da inscrição.
Quem deixou de exercer a profissão ou suspendeu as atividades deve comunicar formalmente ao município. Não basta informar que não teve renda naquele ano.
Como verificar se a cobrança está correta?
O contribuinte deve comparar a guia com sua situação real.
Confira:
- se o nome está correto;
- se o CPF ou CNPJ corresponde ao responsável;
- se a atividade continua ativa;
- se o endereço está atualizado;
- se o enquadramento tributário é adequado;
- se há cobrança de taxa sanitária sem atividade sujeita à fiscalização;
- se a empresa já foi baixada;
- se o desconto foi aplicado corretamente;
- se existe duplicidade;
- se o valor corresponde ao exercício de 2026.
Caso identifique erro, procure a Prefeitura antes do vencimento.
Pagar uma guia incorreta e pedir restituição depois pode ser mais trabalhoso do que corrigir o lançamento antecipadamente.
O contribuinte pode contestar o valor?
Sim.
Quando entende que a cobrança foi feita de forma incorreta, o contribuinte pode solicitar revisão administrativa, seguindo o procedimento municipal.
A contestação pode envolver situações como:
- empresa encerrada antes do fato gerador;
- atividade cadastrada incorretamente;
- cobrança em duplicidade;
- endereço equivocado;
- enquadramento indevido;
- taxa sanitária incompatível com a atividade;
- pagamento anterior não reconhecido;
- erro no valor;
- imunidade ou isenção prevista em lei.
A simples discordância não suspende automaticamente o vencimento. É necessário protocolar o pedido e verificar como ficará a cobrança durante a análise.
É seguro pagar o boleto recebido por e-mail ou mensagem?
O contribuinte deve ter cuidado com golpes.
Criminosos podem enviar boletos falsos usando o nome de prefeituras, tributos e taxas empresariais.
Antes do pagamento:
- emita a guia pelo portal oficial;
- confira o beneficiário;
- valide o CNPJ ou identificação do recebedor;
- compare o valor com o lançamento;
- desconfie de descontos muito maiores;
- não clique em links de remetentes desconhecidos;
- evite pagar documentos enviados apenas por WhatsApp;
- confirme a autenticidade com a Prefeitura.
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+311 mil seguidores
Se o código de barras indicar outro beneficiário, não conclua o pagamento.
Exemplo prático de pagamento à vista
Imagine uma empresa que recebeu uma Taxa de Fiscalização de R$ 1 mil e tem direito ao desconto de 15%.
Com a redução, o valor seria de R$ 850, desde que a guia em cota única fosse emitida e paga até 31 de julho.
Nesse exemplo hipotético, a economia seria de R$ 150.
Caso o contribuinte deixe vencer, poderá perder o desconto e ainda ter de pagar multa e juros.
Exemplo de empresa que já fechou
Considere uma loja que encerrou as atividades em março, mas não comunicou a Prefeitura.
Como o cadastro municipal permaneceu ativo, foi emitida uma taxa referente a 2026.
O responsável não deve apenas ignorar o boleto. Ele precisa procurar o município, pedir a baixa e apresentar documentos que comprovem quando a atividade terminou.
Dependendo das regras e da data do fato gerador, o lançamento poderá ser mantido, reduzido ou cancelado.
Vale a pena pagar à vista?
Financeiramente, o pagamento em cota única pode ser vantajoso quando o desconto de 15% é superior ao rendimento que o dinheiro teria no período do parcelamento.
Porém, a decisão também depende do caixa da empresa.
Não é recomendável usar todos os recursos disponíveis e ficar sem dinheiro para:
- salários;
- fornecedores;
- aluguel;
- impostos mensais;
- despesas emergenciais;
- capital de giro.
O empresário deve comparar o desconto com o custo de comprometer o caixa.
Se o pagamento à vista obrigar a empresa a recorrer depois a um empréstimo caro, o parcelamento municipal pode ser mais adequado.
Como se organizar para não perder o prazo?
Uma rotina simples pode evitar juros e retrabalho.
Confira o cadastro municipal
Verifique se endereço, atividade e dados do responsável estão atualizados.
Emita a guia com antecedência
Não espere o último dia, pois o portal pode apresentar lentidão ou exigir atualização cadastral.
Escolha entre cota única e parcelamento
Compare o desconto com a disponibilidade financeira.
Agende o pagamento
Depois de emitir a guia, programe a quitação no banco.
Guarde o comprovante
Salve uma cópia digital e, se possível, também mantenha o documento no arquivo contábil.
Confirme a baixa
Após alguns dias, consulte o sistema para verificar se o pagamento foi reconhecido.
Contador pode emitir e pagar a guia?
O escritório de contabilidade pode auxiliar na consulta e na emissão, desde que tenha as informações ou autorizações necessárias.
No entanto, a empresa deve definir claramente quem será responsável pelo pagamento.
Erros comuns ocorrem quando:
- o empresário pensa que o contador pagará;
- o contador acredita que apenas deveria emitir;
- o boleto é enviado para e-mail desatualizado;
- ninguém confirma a quitação;
- a guia vence durante férias do responsável.
A obrigação tributária permanece vinculada ao contribuinte.
Por isso, mesmo quando o serviço é terceirizado, a empresa deve solicitar o comprovante e acompanhar a regularidade.
O que fazer depois de pagar?
Após a quitação, o contribuinte deve:
- guardar a guia;
- manter o comprovante bancário;
- verificar a autenticação;
- conferir se o débito saiu do sistema;
- encaminhar os documentos à contabilidade;
- arquivar o comprovante com os tributos de 2026.
Se o pagamento não aparecer no cadastro após o prazo normal de compensação, procure o atendimento municipal e apresente a documentação.
Prazo termina em 31 de julho
Os contribuintes de Campo Mourão têm até 31 de julho de 2026 para pagar à vista ou aderir ao parcelamento do ISSQN Fixo, da Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento e da Taxa de Vigilância Sanitária.
O desconto de 15% é destinado à quitação em cota única da Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento.
Quem não recebeu o boleto deve emitir a segunda via pelo Portal de Serviços ou retirá-la na Praça de Atendimento.
O próximo passo é conferir a inscrição municipal, verificar se os valores estão corretos e escolher a forma de pagamento antes do vencimento. Deixar a providência para o último dia aumenta o risco de perder o desconto e acumular encargos.
Perguntas frequentes

Quando vence o ISSQN Fixo de Campo Mourão em 2026?
O vencimento informado pela Prefeitura é 31 de julho de 2026.
Quais taxas municipais vencem na mesma data?
Também vencem a Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento e a Taxa de Vigilância Sanitária.
Qual tributo tem desconto de 15%?
O desconto de 15% é aplicado ao pagamento em cota única da Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento.
O ISSQN Fixo também tem desconto de 15%?
A divulgação oficial menciona o desconto especificamente para a Taxa de Fiscalização. O contribuinte deve conferir o detalhamento da guia.
É possível parcelar?
Sim. Os tributos podem ser pagos em cota única ou parcelados, conforme as opções oferecidas pelo município.
Como emitir o boleto?
A guia pode ser emitida pelo Portal de Serviços da Prefeitura de Campo Mourão, no serviço de ISS e alvará.
O que fazer se o boleto não chegou?
O contribuinte deve emitir uma segunda via pela internet ou procurar a Praça de Atendimento da Prefeitura.
Onde fica a Praça de Atendimento?
A unidade fica na Rua Brasil, nº 1.407, em Campo Mourão.
Empresa fechada precisa pagar a taxa?
Depende da data do encerramento e da situação cadastral. A empresa deve formalizar a baixa e pedir a revisão se considerar o lançamento incorreto.
O que acontece se pagar atrasado?
O débito pode sofrer multa, juros, atualização e perda do desconto, além de ser inscrito em dívida ativa se continuar pendente.
INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:
