O Itaú Unibanco divulgou nesta segunda-feira, 10 de julho de 2023, um relatório com suas expectativas sobre o cenário macroeconômico brasileiro para este ano. A empresa encaminhou o documento para os seus clientes.
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Conforme o levantamento, o banco mais valioso da América Latina revisou uma série de projeções econômicas. Nesse contexto, o principal destaque ficou por conta da nova expectativa do grupo acerca da inflação e dos juros.
Assim, é útil entender algumas mudanças de visão que o banco apresentou em seu novo documento. Ademais, também é válido compreender as justificativas utilizadas pelo Itaú na apresentação deste novo cenário.
Destaques do documento do Itaú
Conforme o documento divulgado nesta segunda-feira, o Itaú reduziu sua projeção acerca da inflação brasileira para este ano. Segundo o banco, a expectativa é que este indicador encerre o ano em 5,1%, 0,2 pontos percentuais a menos que no levantamento anterior.
Todavia, a projeção do Itaú ainda segue acima da expectativa do mercado, que aponta para 4,95%. De todo modo, os analistas que realizaram o levantamento indicam que “o corte nos preços da gasolina na refinaria anunciado em junho e inflação mais baixa de produtos industrializados”.
Dessa forma, o grupo financeiro aponta que a queda na inflação brasileira deve impactar outros indicadores. Neste cenário, o Itaú também revisitou suas projeções relacionadas à taxa básica de juros da economia.
Projeções sobre os juros
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Conforme o documento, o ‘novo’ cenário macroeconômico fez os analistas do Itaú projetarem uma queda na Selic para este ano. Com base nisso, a expectativa é que a taxa básica de juros brasileira acabe em 12% este ano, frente a 12,25% indicados no relatório anterior.
Por fim, o documento do Itaú também indica um corte ‘rápido’ da Selic, sendo que espera uma redução de 0,25% na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, em agosto, e mais um corte, agora de 0,50%, em setembro.
Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com
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