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Jogador do Athletico vira réu por golpe MILIONÁRIO de criptomoedas; entenda

Uma reviravolta abala o futebol brasileiro. O jogador Willian “Bigode”, do Athletico-PR, tornou-se réu em um caso de golpe milionário relacionado a

Adrielle AlvimPor Adrielle Alvim2 min de leitura
imagem escura de um hacker usando capuz de pé ao lado de um amontoado de moedas douradas da criptomoeda bitcoin

Uma reviravolta abala o futebol brasileiro. O jogador Willian “Bigode”, do Athletico-PR, tornou-se réu em um caso de golpe milionário relacionado a criptomoedas. O juiz Danilo Fadel de Castro, da 10ª Vara Cível de São Paulo, proferiu a decisão em resposta ao pedido feito pelo meia Gustavo Scarpa, que atualmente joga pelo Nottingham Forest.

Gustavo Scarpa move um processo contra Willian “Bigode”, seu ex-companheiro de equipe no Palmeiras, alegando seu envolvimento em um golpe de criptomoedas contra ele próprio. Além disso, a inclusão da empresa e outros sócios no processo se destaca tanto no cenário esportivo quanto financeiro do país. Confira!

Entenda o caso de golpe de criptomoedas

No processo, Gustavo Scarpa argumentou que o jogador Willian, por meio de sua empresa WLJC Consultoria e Gestão Empresarial, teria indicado a operadora de criptomoedas Xland para investimentos. A promessa era de retornos mensais entre 3,5% a 5%.

Acreditando nas garantias apresentadas, Scarpa investiu uma quantia milionária, totalizando R$ 6.300.000,00. No entanto, o jogador do Nottingham Forest nunca recebeu o dinheiro de volta, levando-o a acionar a Justiça na tentativa de reaver o montante investido.

O juiz Danilo Fadel de Castro decidiu acolher o pedido de Scarpa e tornou Willian “Bigode” réu no caso do golpe das criptomoedas. A decisão também incluiu a WLJC Consultoria e Gestão Empresarial, empresa de Willian, e outros sócios da companhia: Loisy Coelho de Siqueira e Camila de Biasi Fava.

Decisão judicial e as contestações

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O magistrado alegou que existe uma “relação de consumo” entre Scarpa, a WLJC e a Xland, indicando que a empresa do jogador do Athletico-PR atuou como intermediária entre o meia do Nottingham Forest e a operadora de criptomoedas. Conversas de WhatsApp entre os envolvidos também foram utilizadas como prova do golpe, o que fortaleceu o posicionamento do juiz.

Após a decisão do juiz, o advogado de Willian “Bigode”, Bruno Santana, entrou com um embargo de declaração para contestar a determinação da Justiça. Santana argumentou que não existem contratos assinados entre Scarpa e a WLJC. Além disso, alegou que isso seria uma contradição na decisão proferida anteriormente por Danilo Fadel de Castro.

Imagem: Reprodução/Shutterstock

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Adrielle Alvim

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