A Polícia Federal (PF) segue a investigação sobre a venda de joias por parte do ex-presidente Bolsonaro, e calcula-se que ele tenha angariado cerca de R$ 1 milhão. No entanto, a maior parte desses itens foram recomprados para serem devolvidos ao Tribunal de Contas da União (TCU).
Além disso, a PF deflagrou a operação para colher provas a respeito do caso, focando em aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com as leis brasileiras, como as joias foram presentes ao governo em missões, são parte integrante do patrimônio público.
Dentre os itens preciosos, incluem-se esculturas de alto valor e um relógio Rolex. Ademais, a investigação sobre as joias de Bolsonaro aponta que uma conta bancária no exterior, pertencente ao general Mauro Cesar Lourena Cid, foi utilizada como veículo para o recebimento dos valores obtidos com a venda dos itens.
Operação da Polícia Federal: quem são os alvos?
Segundo as investigações, os aliados de Bolsonaro, Mauro Cid e seu pai, além do advogado Frederick Wassef, são suspeitos de se aproveitaram da estrutura do governo para conseguir vender itens do patrimônio público no exterior.
A Polícia Federal afirma que os valores obtidos com as vendas das Joias de Bolsonaro foram convertidos em dinheiro vivo e entraram diretamente no patrimônio pessoal dos investigados. Com base nessa informação, o Tribunal de Contas da União (TCU) já estava conduzindo uma investigação sobre a situação dos presentes. Como resultado, essa situação levou na recompra dos itens.
Qual a atual fase da investigação das joias de Bolsonaro?
O Supremo Tribunal Federal expediu mandados de prisão como parte do chamado inquérito das milícias digitais. A investigação segue por crimes de peculato e lavagem de dinheiro e as buscas estão sendo realizadas em Brasília, São Paulo e Niterói (RJ).
Vale ressaltar que, embora condenados pela opinião pública, os suspeitos ainda se encontram em fase de investigação, tendo direito à defesa. Por fim, a Polícia Federal deverá divulgar mais informações à medida que as investigações avancem.
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