A prefeitura do Rio de Janeiro disponibilizou 200 bolsas de R$500 para jovens entre 14 e 18 anos da zona norte da cidade. O objetivo das bolsas é contemplar moradores do Complexo do Chapadão e da Pedreira, e incentivá-los a participar de projetos culturais desenvolvidos pelo município.
Jovens estão recebendo bolsa de R$ 500: como receber?
Por meio do projeto Tô de Boa, uma cidade brasileira oferece bolsa de R$500 para jovens em situação de vulnerabilidade social. Saiba mais!
De acordo com a secretária de Assistência Social do Rio de Janeiro, Maria Domingos Pucú, o pagamento da bolsa de R$500 para jovens das favelas é uma iniciativa que busca reduzir a vulnerabilidade e risco social daquela região. Para isso, a avaliação dos jovens considerou os índices de violência e criminalidade no local.
Projeto oferece bolsa de R$500 para jovens cariocas em parceria inédita
A bolsa de R$500 reais para jovens em situação de risco tem o nome de projeto Tô de Boa. E reúne, além do poder público carioca, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Ministério Público, por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD).
Alguns dos contemplados cumprem medidas socioeducativas, e todos os 200 beneficiários do programa participam de oficinas com foco em esporte, lazer e cultura 4 vezes por semana. A duração do projeto é, inicialmente, de 10 meses.
Temas das oficinas foram criados com sugestão dos participantes do programa
Cada encontro do projeto Tô de Boa conta com eixos temáticos de acordo com o tipo de atividade. Ou seja, a bolsa de R$500 para jovens do programa é apenas uma parte do benefício que eles recebem ao participarem. Os eixos são:
- Esportivo — oficinas de muay thai, capoeira, futebol e futsal;
- Arte e Cultura — música, cinema e expressão corporal, como, por exemplo, dança;
- Mundo do Trabalho — capacitação para barbearia, elétrica e manutenção de celular.
Como fazer parte do programa?
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+311 mil seguidores
A inscrição no projeto Tô de Boa acontece por meio do atendimento do CRAS às famílias das duas comunidades escolhidas.
Ou seja, o jovem que deseja se inscrever, precisa ter seus dados familiares cadastrados e, a partir deles, a 6ª Coordenadoria de Assistência Social do Rio irá avaliar e escolher os novos contemplados do programa.
Por ser um projeto pioneiro no país, existe a possibilidade de, se der certo, ser levado a outras cidades do Brasil, de acordo com a avaliação do coordenador de investimentos da SENAD, Gustavo Camilo Baptista.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
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